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A empresa planeja investir R$ R$ 13,8 bilhões na primeira fase do projeto de adição de capacidade entre 2023 e 2027.
Com o final de 2022 se aproximando a passos largos, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) atualizou suas projeções financeiras para esse e para o próximo ano. Os novos números foram divulgados ao mercado nesta quinta-feira (15).
A única alteração do quadro para 2022 foi no guidance de volume de vendas de aço. A companhia esperava comercializar 5.104 quilotoneladas (Kton) em dezembro do ano passado, mas o número caiu pouco mais de 12%, para 4.480 Kton, na atualização de hoje. O número também é um pouco menor do que os 4.670 Kton previstos para 2023.
Apesar da queda, os investidores parecem ter aprovado as alterações. Por volta das 11h55, as ações da empresa (CSNA3) avançavam 2,37%, a R$ 14,70.
A projeção de capex de expansão na mineração também mudou. A CSN planejava investir R$ R$ 12 bilhões na primeira fase do projeto de adição de capacidade entre 2022 e 2026. Agora a previsão é de R$ 13,8 bilhões para os próximos cinco anos.
Os investimentos em capital consolidados devem ficar em R$ 4,4 bilhões em 2023 e entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6,5 bilhões no intervalo de 2024 a 2027.
A CSN também trouxe uma perspectiva de seus gastos no próximo ano. O cash cost da mineração - ou seja, o valor gasto com a atividade - deverá ficar no patamar entre US$ 19 e US$ 21 por tonelada.
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A projeção para o volume de produção e compras de minérios de terceiros é de 39 a 41 Mton para 2023. Já a expectativa para o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da sigla em inglês) do segmento de energia chega a R$ 23 milhões.
Além das projeções, a CSN trouxe outra atualização para os investidores recentemente. A companhia encerrou uma longa briga judicial em novembro ao fazer um acordo a respeito do controle da empresa, dando origem a um novo arranjo de acionistas.
Até então, o desentendimento se dava entre a CSN, a Rio Purus Participações e a CFL Participações — essas duas últimas detém as ações da Vicunha Aços, controladora da siderúrgica e outros negócios da família Steinbruch.
Vale lembrar que a Rio Purus pertence aos irmãos Benjamin, Ricardo e Elisabeth Steinbruch. Há anos eles brigavam com os primos Léo e Clarice Steinbruch, donos da CFL Participações, pela revisão do acordo de acionistas e em busca de uma fatia maior da empresa.
Conforme o novo acordo, a CFL deixará esse arranjo, enquanto a Rio Purus será a única dona da Vicunha.
Já as 135.904.451 ações ordinárias da CSN ficarão com um subsidiária da CFL, aproximadamente 10,25% do total — um trecho do acordo determina que as ações detidas pela empresa não sejam vendidas por nove meses. Ou seja: na briga entre primos, Léo e Clarice terão 10% da CSN.
Passado esse tempo, também haverá um limite caso a CFL queira se desfazer dos papéis. Além disso, ficou estipulado que a Vicunha terá preferência em caso de venda.
Assim, a participação da Vicunha dentro da CSN será automaticamente reduzida de 51,2% para 40,9% e seu único sócio indireto será a Rio Purus.
Outro ponto do acordo prevê que ela conte com apoio da CFL quando votar sobre a composição do conselho da CSN.
A Rio Iaco Participações, controlada da Rio Purus, ainda possui 3,45% das ações da siderúrgica.
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