O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além de representar um movimento importante no atual cenário macroeconômico brasileiro, a transação marca a saída de boa parte do capital do fundo soberano de Abu Dhabi (ADIA) da empresa
O momento não é fácil para o mercado imobiliário brasileiro — o setor sofre com a alta da inflação e o ciclo de aperto monetário. Ainda assim, a BR Properties (BRPR3) conseguiu garantir a venda de cerca de 80% de seu portfólio para a Brookfield.
O fundo canadense pagará cerca de R$ 5,9 bilhões por 12 imóveis comerciais da empresa em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília — incluindo a Torre B do JK Iguatemi, o mais famoso deles.
De acordo com os termos da negociação, a companhia receberá 70% da soma total no fechamento da aquisição de cada um dos imóveis. Os 30% restantes serão pagos 12 meses após essa data.
A transação já foi aprovada pelo conselho de administração da BR Properties, segundo a ata da reunião realizada nesta quarta-feira (18). Também está marcada para amanhã, às 11h, uma teleconferência para esclarecimentos sobre o negócio.
Além de representar um movimento importante no atual cenário macroeconômico brasileiro, a transação marca a saída de boa parte do capital do fundo soberano de Abu Dhabi (ADIA) da empresa.
O ADIA investiu no ativo há seis anos por meio do GP Capital Partners VI — que detém 60% da empresa —, mas já vinha dando indícios de que pretendia desfazer-se de seu portfólio no país.
Leia Também
Segundo informações do Brazil Journal, o fundo árabe zerou posições em quase 30 empresas da B3 e encerrou as operações do time de análise dedicado à América Latina.
Antes de receber a proposta da Brookfield, os gestores consideraram duas opções: fechar o capital da BR Properties ou vender os ativos separadamente.
A primeira alternativa foi descartada porque exigiria a injeção de capital na empresa. Já a segunda demandaria um grande esforço de negociação e poderia terminar com ofertas apenas para os principais imóveis da carteira.
É importante destacar que, durante o primeiro trimestre, as ações da companhia operaram com um desconto de 41% em relação ao Valor Patrimonial Líquido (NAV). Ou seja, as cotações ficaram bem abaixo do valor intrínseco do negócio.
Por isso, a transação com o fundo canadense chegou na hora certa para arrematar, de uma só vez, boa parte do portfólio. Agora, restarão duas torres e cinco galpões logísticos a serem considerados próximos planos do fundo de Abu Dhabi.
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos