O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Do lado da inflação, que também é uma pedra no sapato do setor, os novos indícios de negociações de paz entre Ucrânia e Rússia ajudam a diminuir a pressão
Quem abrir a lista de maiores altas do Ibovespa terá uma surpresa nesta terça-feira (29). Três grandes nomes do varejo, um dos setores mais afetados pelo cenário macroeconômico ruim que dominou os últimos meses, lideram a ponta positiva do principal índice acionário brasileiro.
Por volta das 16h15, Americanas (AMER3), Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIIA3) disparam cerca de 9%. Veja as cotações abaixo e acompanhe nossa cobertura completa de mercados:
E o fôlego do setor vem diretamente de um de seus principais vilões: os juros futuros. Os principais contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) — uma referência das expectativas quanto ao futuro das taxas Selic e CDI — recuam hoje.
Essa queda, por sua vez, indica que o mercado digeriu bem a sinalização do Banco Central de que o ciclo de alta da taxa básica de juros brasileira pode terminar na próxima reunião. Roberto Campos Neto, presidente do BC, já declarou que mais um aumento da Selic em junho não é o mais provável.
Do lado da inflação, que também é uma pedra no sapato do setor, os novos indícios de negociações de paz entre Ucrânia e Rússia ajudam a diminuir a pressão sobre os preços. O Ministério da Defesa russo anunciou hoje uma “redução drástica” de ataques a Kiev.
Ainda assim, o salto nas cotações não é o suficiente para apagar as perdas anteriormente registradas. As ações MGLU3, por exemplo, que já foram queridinhas do mercado, recuam 64% nos últimos 12 meses. Americanas e Via também caem 41,6% e 59,6%, respectivamente, no mesmo período.
Leia Também
A explicação para a relação entre o cenário macroeconômico, especialmente os juros e a inflação, e o desempenho das varejistas na bolsa de valores passa pelas prioridades dos brasileiros em momentos de crise.
O avanço da inflação diminui o poder de compra dos consumidores, enquanto a alta dos juros encarece a tomada de crédito que poderia financiar as idas às lojas.
Nesse cenário, boa parte da população tem de optar entre as contas de consumo e alimentos, por exemplo, e produtos não essenciais. E na batalha das prioridades costumam perder os itens que podem ser cortados da lista de compras sem prejuízo à sobrevivência das famílias.
Por isso, as perspectivas de juros mais baixos trazem um alívio ao setor. Ainda que o poder de compra do brasileiro permaneça prejudicado por mais alguns meses, o crédito mais barato volta a tornar possível os gastos com produtos além dos essenciais.
Além da melhora no cenário nacional, uma notícia relacionada ao estrangeiro também pode ajudar na recuperação das varejistas: um alívio na concorrência com plataformas internacionais de comércio, apelidados de “camelódromos virtuais”.
O Ministério da Economia prepara uma medida provisória que deve tributar a importação feita por pessoas físicas em plataformas como Mercado Livre, Shopee, Wish, AliExpress e Shein independentemente do valor da compra.
Vale lembrar que as regras atuais garantem a isenção de tributos em negociações entre pessoas físicas brasileiras e estrangeiras para transações com valor abaixo de US$ 50 (cerca de R$ 238,11).
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real