O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Petrobras negocia atualmente por 3 vezes lucros e paga mais de 20% de dividendos; é preciso muito mais do que uma troca injustificada de CEO para PETR4 desabar
Semana passada escrevemos aqui que não fazia sentido investir nas ações da Petrobras (PETR4) por causa da possibilidade de privatização.
Valeria a pena investir em PETR4 por uma série de outros motivos, mas privatização é algo que parecia que não iria acontecer tão cedo.
E se você duvidou de mim, o governo tratou de deixar bem claro que não vai largar o osso tão cedo mesmo, após anunciar mais uma troca no comando da petroleira na última segunda-feira.
Mas será que isso muda a minha opinião da semana passada? Será que ainda vale a pena comprar as ações da Petrobras?
O grande receio dos investidores com relação à Petrobras é a possibilidade de interferência na política de preços de combustíveis, assim como aconteceu nos últimos anos do governo Dilma.
Para diminuir o descontentamento popular, o governo fez a companhia vender combustíveis por preços abaixo do mercado internacional. O que significa que ela comprava combustíveis por preços caros lá fora, e vendia com prejuízos bilionários aqui no Brasil.
Leia Também
Essa dinâmica destruiu as finanças da Petrobras, fez os lucros virarem prejuízo em meados da década passada, e fez as ações caírem para menos de R$ 5 no início de 2016.
É por isso que toda vez que o governo decide trocar o presidente da Petrobras sem uma justificativa plausível, todo mundo já começa a pensar no pior. Ou seja, que a troca servirá para mexer na política de preços e destruir a saúde financeira da companhia.
Mas diferente de trocas anteriores, que provocaram quedas de mais de 20% nas ações, desta vez o impacto no preço nem foi tão grande assim, e por um motivo muito simples.
As ações da Petrobras caíram apenas 3% com a notícia da troca do CEO. Parece relevante, mas praticamente só anulou a alta da véspera e é praticamente irrelevante perto da valorização de mais de 30% desde o início do ano.
Porque elas já estão muito baratas, justamente pelos riscos de interferência do governo. Hoje PETR4 negocia por 3 vezes lucros e paga mais de 20% de dividendos. É preciso muito mais do que uma troca injustificada de CEO para fazer PETR4 desabar.
Na semana passada, quando eu mencionei que valia a pena investir em PETR4, eu já sabia dos riscos políticos. Eu até mencionei que esse é um perigo constante que paira sobre a companhia, pelo menos enquanto o governo tiver a maioria das ações.
Mas ao negociar por míseras 3 vezes lucros, esse risco já está muito bem precificado nas ações, o que deixa o risco vs retorno ainda muito atrativo para os papéis.
É claro que você não vai ter apenas ações da Petrobras no seu portfólio. Nunca coloque todos os ovos dentro de uma cesta apenas.
Mas no portfólio da série As Melhores Ações da Bolsa, PETR4 continua com lugar garantido.
Um grande abraço e até a semana que vem!
Ruy
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM