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Semana foi marcada pela volatilidade tanto nos EUA como na Europa depois que o banco central norte-americano apresentou detalhes de seu plano agressivo de aperto monetário
O S&P 500 operou praticamente estável nesta sexta-feira (08), com os ganhos no setor financeiro e de energia de um lado e, de outro, a fraqueza das ações de tecnologia. Já o Nasdaq encerrou o dia com perdas, enquanto o Dow Jones conseguiu subir.
A semana que acaba hoje foi marcada pela preocupação dos investidores com uma política monetária mais dura do Federal Reserve (Fed) — e as chances de que esse ritmo mais agressivo possa lançar a economia norte-americana em uma recessão.
A ata da reunião de março do Fed, divulgada na quarta-feira (06), mostrou que os membros do comitê de política monetária estão preparados para aumentar os juros de 50 pontos-base em suas próximas reuniões e iniciar uma redução considerável do balanço em breve.
Já a semana que virá será marcada por uma nova temporada de balanços nos Estados Unidos, com resultados de cinco grandes bancos.
A estreia será feita pelo JPMorgan antes da abertura das negociações de quarta-feira (13). Citigroup, Goldman Sachs, Morgan Stanley e Wells Fargo divulgarão seus balanços na quinta-feira (14).
As ações desses bancos, que estiveram sob pressão nas últimas sessões devido a preocupações de que uma possível recessão possa aumentar a inadimplência, finalmente encontraram algum alívio no pregão de hoje, subindo mais de 1% durante a sessão em NOva York.
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Confira o fechamento dos índices de Wall Street:
Os mercados europeus tiveram um desempenho mais forte do que o do S&P 500 nesta sexta-feira, fechando em alta uma semana de negociação volátil, com investidores avaliando o ritmo dos planos de aperto monetário do Federal Reserve e as notícias da Ucrânia.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 1,2%, com as ações de petróleo e gás subindo 3,2% para liderar os ganhos, já que quase todos os setores e principais bolsas entraram em território positivo.
As bolsas europeias iniciaram o dia repercutindo a decisão do Congresso dos EUA de votar para revogar o status comercial da Rússia e proibir as importações de petróleo e gás.
Além disso, disso os investidores também avaliaram a proibição de todos os novos investimentos no país e as sanções contra as filhas do presidente russo, Vladimir Putin, após relatos de estupro e tortura contra civis na Ucrânia.
O caso foi condenado por membros do G-7 (formado por EUA, Reino Unido, Canadá, Japão, Itália, França e Alemanha), que votaram pela remoção da Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
A União Europeia também aprovou novas sanções contra a Rússia, incluindo um embargo histórico às importações russas de carvão.
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