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O chamado payroll, como é conhecido o relatório de emprego nos Estados Unidos, trouxe uma criação de 431.000 postos de trabalho em fevereiro, abaixo do consenso de 490.000 novas vagas

O S&P 500 acusou o golpe. Ainda que tenha terminado a sexta-feira (01) com ganho, o índice mais amplo de Wall Street — junto com Nasdaq e Dow Jones — sentiu a pressão de um dado de emprego mais morno que, dificilmente, impedirá um aumento mais agressivo da taxa de juros nos Estados Unidos.
O chamado payroll — como é conhecido o relatório de emprego nos Estados Unidos — trouxe uma criação de 431.000 postos de trabalho em fevereiro, abaixo do consenso de 490.000 novas vagas. Já a taxa de desemprego caiu mais do que o esperado, para 3,6%.
A questão é que mesmo com um dado de emprego mais morno, o Federal Reserve (Fed) não deve recuar em seu plano de aumentar a taxa de juros em um ritmo mais acelerado do que se esperava até então.
E é aí que mora o problema: como as apostas de ação agressiva do banco central norte-americano continuam sendo precificadas nos mercados, crescem os temores de que o Fed possa desacelerar demais o crescimento e levar a economia dos Estados Unidos à recessão.
Um sinal nessa direção veio do mercado de dívida norte-americano. A curva de juros se inverteu novamente, acendendo a luz de alerta de que uma recessão poderia estar no horizonte.
Os juros projetados pelos títulos de dívida de dois do Tesouro dos Estados Unidos saltaram (2,428%) acima dos juros do título do Tesouro de dez anos (2,360%) — considerados a referência desse mercado.
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O petróleo começou o segundo trimestre como encerrou o primeiro: como um capítulo à parte no mercado de commodities.
Os preços da energia dispararam quando a invasão da Ucrânia pela Rússia interrompeu a oferta global, no final de fevereiro, alimentando preocupações de que os altos preços possam prejudicar o crescimento econômico.
Para evitar um aumento ainda maior desses preços — e uma inflação ainda mais alta — o presidente norte-americano, Joe Biden, disse na quinta-feira (31) que irá liberar mais barris das reservas estratégicas dos Estados Unidos.
A medida teve efeito sobre as cotações ontem e hoje: o WTI — a referência para o mercado norte-americano — encerrou o dia abaixo dos US$ 100 o barril.
Além dos Estados Unidos, a Agência Internacional de Energia (AIE) informou nesta sexta-feira que houve um acordo entre seus 31 membros para uma nova liberação de reservas de petróleo, "em resposta à turbulência no mercado causada pela invasão russa da Ucrânia".
A AIE diz que detalhes sobre essa liberação serão tornados públicos apenas no início da próxima semana.
O Brent, usado como medida global, continua acima dos US$ 100 o barril, mas encerrou em queda novamente hoje, de 0,3%, cotado a US$104,39 o barril.
O S&P 500 seguiu o mesmo caminho das bolsas da Europa, que encerraram esta sexta-feira (01) em alta, saindo de seu primeiro trimestre de perdas em dois anos.
As negociações entre a Rússia e a Ucrânia continuaram a orientar a confiança dos investidores no velho continente.
O pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,6%, com as mineradoras subindo 2,2% para liderar os ganhos.
As negociações entre a Rússia e a Ucrânia renderam poucos frutos até agora, com Kiev e seus aliados ocidentais permanecendo céticos em relação às intenções de Moscou e à legitimidade de seu compromisso com recuos militares parciais no norte da Ucrânia.
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS
VAI VOLTAR A BRILHAR
BALANÇO 1T26
FIM DO JEJUM
FII DO MÊS
VENTOS DE FORA
MERCADOS HOJE