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Um parágrafo específico da ata do Copom chamou a atenção do mercado e impediu o Ibovespa de ter uma alta mais robusta nesta terça-feira (08)
Depois de o Banco Central elevar a Selic a 10,75% ao ano na semana passada, sem dar maiores pistas sobre o futuro da política monetária do país, a ata da última reunião do Copom levou os economistas e analistas de volta às fórmulas e calculadoras – e o resultado foi mais um dia de inclinação da curva de juros.
Conforme já havia sido dito no comunicado oficial da decisão, a questão fiscal é uma questão preocupante a ser monitorada, principalmente com as discussões em torno dos projetos para aliviar os preços dos combustíveis.
O texto também confirma que chegou a hora de tirar o pé do acelerador e reduzir o ritmo do aperto monetário, mas a frase que mexeu com a cabeça do mercado financeiro foi outra, sem nenhuma previsão certeira sobre o futuro.
Escondido no 16º parágrafo do documento está descrito o que o Copom aceitou como a estratégia mais apropriada para garantir a convergência da inflação no longo prazo: um ajuste de 1,5 ponto percentual, seguido de ajustes adicionais. No plural, contrariando as expectativas de quem esperava que o plano de pouso do BC entrasse em vigor já na próxima reunião.
Para Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital, o Banco Central não parece muito seguro sobre quais serão os próximos passos de sua política monetária.
Com a perspectiva de que a taxa básica de juros ultrapasse a casa dos 12% e sem um teto de previsibilidade, a bolsa brasileira não conseguiu acompanhar o vigor das bolsas americanas. O Ibovespa passou o dia rondando a estabilidade, muitas vezes no campo negativo, e terminou o dia com leve alta de 0,21%, a 112.234 pontos.
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A pressão na curva de juros também se refletiu no dólar à vista. A moeda americana encerrou o dia longe das máximas, mas ainda assim avançou 0,11%, a R$ 5,2606. Confira o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | FECHAMENTO |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,12% | 11,98% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,14% | 11,02% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,14% | 11,02% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,26% | 11,14% |
No documento divulgado nesta manhã, o Banco Central brasileiro confirmou a desaceleração do ritmo de alta da taxa Selic, mas reforçou que ainda existem ajustes adicionais a serem feitos.
A colocação reduziu as apostas de que o ajuste da próxima reunião seja o último, ampliando as projeções de uma Selic acima da casa dos 12% ao fim do ciclo de normalização.
Segundo os dirigentes do BC, o aperto monetário seguirá avançando significativamente em território contracionista, já de olho em ancorar as expectativas de inflação do próximo ano.
Citando o próprio Copom: “Com base nesses resultados, os membros do Copom debateram a estratégia mais apropriada. Concluiu-se que um novo ajuste de 1,50 ponto percentual, seguido de ajustes adicionais em ritmo menor nas próximas reuniões, é a estratégia mais adequada para atingir aperto monetário suficiente e garantir a convergência da inflação ao longo do horizonte relevante, assim como a ancoragem das expectativas de prazos mais longos”.
Os analistas apontam Brasília como um elemento importante para a deterioração do cenário doméstico – e o próprio Copom alerta para as perspectivas de piora no cenário fiscal.
O vilão da vez é o projeto de emenda constitucional que prevê a desoneração de impostos sobre combustíveis e o financiamento de medidas sociais voltadas à classe caminhoneira.
Dentre as PECs em análise, a equipe econômica teme o avanço do texto apelidado de “PEC Kamikaze” e que pode ter um impacto de até R$ 100 bilhões nos próximos anos. O texto tem apoio do senador Flávio Bolsonaro.
Pegando carona nos fortes números divulgados pelo Banco Pan (BPAN4) e também na recuperação do setor de tecnologia em Nova York – o Nasdaq avançou mais de 1% –, os bancos digitais dominaram as altas do dia.
Destaque também para o setor de proteínas, que tem perspectivas de bons números na temporada de balanço. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 25,54 | 8,13% |
| BPAN4 | Banco Pan PN | R$ 10,00 | 7,87% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 21,84 | 5,35% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 21,91 | 4,98% |
| RAIL3 | Rumo ON | R$ 15,57 | 4,71% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 11,38 | -3,97% |
| BRML3 | BR Malls ON | R$ 9,27 | -3,64% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 17,20 | -3,37% |
| GNDI3 | Intermédica ON | R$ 65,57 | -3,15% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 21,89 | -2,88% |
*Colaboração Camila Abdelmalack, Veedha Investimentos.
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