O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de encerrar o último pregão em leve queda de 0,18%, aos 111.696 pontos, o principal indicador da B3 aguarda os dados de emprego norte-americanos, que vão definir o humor desta sexta-feira (04)
Os investidores conseguem enxergar a luta do Ibovespa para ir na contramão da aversão ao risco global. Mas as cenas no exterior vão estar bem presentes na sessão desta sexta-feira (04), com os holofotes virados para os Estados Unidos.
Com a agenda econômica interna sem muitos indicadores relevantes, os investidores deverão ficar de olho na divulgação do principal dado de emprego da maior economia do mundo — o chamado payroll.
Além disso, as bolsas internacionais mistas podem trazer certa volatilidade para a bolsa brasileira na abertura da sessão.
Após um dia de oscilação próximo da estabilidade, a pressão das commodities fez com que o principal índice da B3 encerrasse o pregão em leve queda de 0,18%, aos 111.696 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, fechou em alta de 0,36%, a R$ 5,2954, longe das máximas do dia.
Nesta manhã, os Estados Unidos divulgam o relatório de empregos de janeiro, mais conhecido como payroll, com os números de geração de vagas, taxa de desemprego e salário médio por hora.
Leia Também
O indicador deve dar tom ao humor do mercado nesta sexta-feira — especialmente com a agenda do Brasil esvaziada, que não dá outra alternativa aos investidores a não ser manter a atenção no exterior.
Se o payroll confirmar as projeções dos analistas de uma criação de emprego mais fraca, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) pode reavaliar a estratégia de dar início a um aperto na política monetária. A aposta majoritária hoje é de que a alta de juros por lá comece já em março.
Apesar da falta de indicadores por aqui, o cenário doméstico também merece destaque. Os investidores devem acompanhar novas movimentações políticas em Brasília a respeito do reajuste salarial dos servidores públicos, com a reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
Ontem, os sindicatos que representam os servidores do BC brasileiro decidiram manter a paralisação agendada para a próxima quarta-feira (09).
Além disso, sinalizaram que vão entrar em greve a partir de 9 de março se não houver avanços nas negociações sobre um reajuste salarial parecido com o que o governo federal prometeu para os policiais.
Apesar do dia pesado em Wall Street ontem, as bolsas asiáticas conseguiram encerrar os negócios nesta sexta-feira em alta, impulsionadas pelo desempenho positivo dos futuros de Nova York.
Depois de abrirem em alta generalizada, os mercados europeus passam a operar sem direção única hoje, à espera dos dados de trabalho nos Estados Unidos, chamado de payroll, que deve determinar o futuro da política monetária norte-americana.
Na Europa, ainda foram divulgadas as vendas no varejo da Zona do Euro de dezembro, que contraíram além do esperado na comparação mensal. O indicador sofreu uma queda de 3% em relação a novembro, contra uma projeção de baixa de 0,5% dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal.
E por falar na maior economia do mundo, depois do banho de sangue em Wall Street ontem causado pelas ações da Meta (Facebook) ontem, na manhã desta sexta-feira, os índices futuros das bolsas de Nova York caminham no azul.
O índice de tecnologia Nasdaq liderava as altas depois que a divulgação do resultado trimestral da Amazon surpreendeu positivamente o mercado, com um lucro acima do esperado.
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta