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Os investidores devem manter um olho na tela da TV e o outro na de cotações em meio à crise geopolítica, campanha eleitoral e dados econômicos importantes
Com o feriado da Independência, os investidores no Brasil ganham uma pausa para esfriar a cabeça após a sessão de fortes perdas na B3 ontem.
Mas será difícil ficar totalmente relaxado nesta quarta-feira. Ou seja, o mercado deve manter um olho na tela da TV e o outro na de cotações. Primeiro, pelo tom político que deve marcar as manifestações de 7 de setembro, na reta decisiva da campanha presidencial.
Até o momento, as eleições não provocaram maiores efeitos no mercado, mas essa tendência pode mudar dependendo do que acontecer a partir de hoje.
O cenário externo também não ajuda no pré-mercado. Se por aqui a possibilidade de alta da Selic voltou ao radar depois das declarações mais recentes de Roberto Campos Neto, lá fora também só se fala em juros. Afinal, amanhã o Banco Central Europeu (BCE) se reúne e deve anunciar um aumento cavalar de 0,75 ponto percentual nas taxas.
Nesta manhã, o índice Stoxx 600, que reúne ações de várias bolsas europeias, operava em queda de 0,6%.
Os países do continente correm em busca de alternativas para diminuir a dependência do gás russo. Depois que o país de Vladimir Putin cortou o fornecimento do gasoduto que abastece a região, os preços do gás natural dispararam. E o resultado, claro, é mais inflação.
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Em meio à crise geopolítica, o líder russo falou hoje e colocou os Estados Unidos na roda ao acusar o país de manter uma "ditadura" sobre assuntos globais às custas da Europa e do resto do mundo.
Putin disse ainda que as sanções impostas a Moscou pela invasão da Ucrânia são um "perigo" para o mundo inteiro e deixaram a Europa pior.
“O alto nível de desenvolvimento industrial na Europa, o padrão de vida, a estabilidade social e econômica – tudo isso está sendo jogado no fogo das sanções”, afirmou Putin.
Enquanto a Europa tenta se livrar da espiral negativa da guerra, os investidores nos Estados Unidos partem em busca de sinais para os próximos passos do Federal Reserve, o BC norte-americano.
Pois hoje eles terão uma boa pista com a divulgação do Livro Bege, prevista para a tarde desta quarta-feira. O documento do Fed traz informações valiosas para quem deseja ter uma visão sobre o momento da maior economia do planeta.
Desta forma, a divulgação do Livro Bege influencia as decisões sobre juros nos Estados Unidos. O mercado levou um balde de água fria na expectativa de que o Fed reduzisse o ritmo de alta depois do discurso de Jerome Powell no encontro de Jackson Hole.
Mas por enquanto o clima é de relativa tranquilidade no pré-mercado em Nova York, com os índices futuros em leve alta:
Na Ásia, as bolsas fecharam em queda, em reação ao pregão no vermelho em Nova York ontem e também aos dados econômicos na China.
As exportações do gigante asiático registraram alta de 7,1% em agosto, mas ficaram bem abaixo da expectativa, que era de um avanço de 18%. A situação da economia chinesa preocupa em consequência das medidas do governo para conter os surtos de covid-19 no país.
*Com informações da CNBC
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