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RESUMO DO DIA: Os balanços de Amazon, Intel e Apple decepcionaram os investidores e as principais bolsas operam em queda no pré-mercado de Nova York. Na Europa o cenário é diferente: o PIB do primeiro trimestre veio acima do esperado, o que injeta ânimo nos investidores. Por aqui, a taxa de desemprego da Pnad Contínua é o grande indicador do dia para o Ibovespa.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Ibovespa fechou o dia em queda de 1,86%, a 107.876 pontos.
Depois de oscilar entre perdas e ganhos, o dólar à vista fechou o dia em alta de 0,06%, a R$ 4,9427
Nova York, que opera em forte queda desde a abertura, ampliou as perdas nos últimos minutos e passou a arrastar o Ibovespa para o vermelho.
O principal índice da bolsa opera agora em leve queda, ainda sustentado pelas ações de commodities.
Entre os recibos de ações (BDRs) negociados na B3, chama a atenção o bom desempenho das gigantes chinesas de tecnologia. Notícias quanto a um eventual incentivo do governo de Pequim ao setor para dar sustentação à economia local dão impulso aos ativos, que vinham sendo castigados nos últimos meses.
Alibaba (BABA34), em alta de 9%, é um dos destaques do dia; Baidu (BIDU34) e JD.com (JDCO34) também sobem forte — você pode ler mais sobre a disparada dessas empresas nesta matéria.
Na ponta negativa, a Amazon (AMZO34) desaba quase 10% após a divulgação do balanço do primeiro trimestre. A empresa mostrou uma desaceleração na expansão de receitas e deu projeções que ficaram abaixo das expectativas do mercado.
Apesar do governo ter decretado uma elevação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos de 20% para 21%, as ações do setor bancário reagem positivamente, revertendo parte das perdas recentes.
Na última semana, o desempenho do setor foi negativo, repercutindo a decepção do mercado com o balanço do Santander (SANB11).
A forte queda vista em Nova York desacelerou os ganhos do Ibovespa, mas os ativos locais seguem em campo positivo. Por volta das 14h30, o principal índice da bolsa sobe 0,84%, aos 110.844 pontos. O dólar à vista recua 0,12%, a R$ 4,9346.
Ao que tudo indica, a PetroRio (PRIO3) ficou mais valiosa após o acordo bilionário fechado com a Petrobras (PETR4). Pelo menos essa é a avaliação do UBS, que elevou o preço-alvo das ações da empresa citando a compra do campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos, por US$ 2,2 bilhões.
O acordo, assinado nesta sexta-feira (29), deve promover a PetroRio a outra escala em termos de produção e fluxo de caixa, segundo o UBS.
De olho nos balanços corporativos que não agradaram o mercado, Wall Street devolve parte dos fortes ganhos registrados na véspera.
Por volta das 12h30, os principais índices se comportavam desta forma:
O dólar à vista não conseguiu sustentar a forte queda vista na primeira hora do pregão. A moeda americana passou a subir e agora é negociada a R$ 4,94
O petróleo acelerou os ganhos na última hora com a notícia de que a União Europeia pode aceitar uma sanção contra o óleo russo. O preço do barril sobe mais de 2%.
O Velho Continente, muito dependente das commodities energéticas exportadas por Vladimir Putin, também pode enfrentar um corte de fornecimento de gás natural nas próximas semanas caso os países da UE não realizem o pagamento em rublos.
As commodities voltam a se destacar positivamente. Na China, o minério de ferro encerrou a madrugada em alta de quase 3%. Enquanto isso, o barril de petróleo segue avançando e se aproxima do patamar de US$ 110.
Esse movimento ajuda as empresas brasileiras. Além disso, ainda existe a repercussão da compra de 90% do campo de Albacora Leste, da Petrobras, por parte da PetroRio.
Confira os principais destaques:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 8,53 | 5,44% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 22,36 | 4,15% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 24,59 | 3,76% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 27,25 | 3,69% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,98 | 3,66% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 20,68 | -1,34% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,57 | -1,11% |
| BBSE3 | BB Seguridade ON | R$ 25,64 | -0,97% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 13,63 | -0,87% |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 36,15 | -0,82% |
Depois de recusar duas propostas, a noiva finalmente disse “sim”. O conselho de administração da brMalls (BRML3) decidiu aceitar a proposta de compra da Aliansce Sonae (ALSO3). A combinação formará a maior empresa de shopping centers da América Latina.
Os acionistas da brMalls vão receber R$ 1,25 bilhão em dinheiro mais 326.339.911 ações da Aliansce pelo negócio, o equivalente a uma relação de troca de um papel BRML3 para 0,3940 ALSO3.
O bom momento do setor de commodities e dados favoráveis da economia europeia permitem que o Ibovespa se desvencilhe do mau humor que toma conta de Nova York e amplie os ganhos da véspera.
Em Wall Street, são os balanços corporativos abaixo do esperado que pesam sobre os negócios, com a Amazon decepcionando os analistas e a Apple sinalizando que ainda existem problemas na cadeia de suprimentos.
Ibovespa encerra os leilões de abertura em alta de 0,33%, aos 110.277 pontos, enquanto o dólar à vista operava em queda de 1,17%, negociado a R$ 4,8832.
O alívio no mercado de juros futuros veio junto com a queda do dólar no exterior.
Os investidores aguardam a semana de ‘Super Quarta’, com as decisões de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve, seu equivalente estadunidense.
| CÓDIGO | NOME | TAXA | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,02% | 13,04% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,98% | 12,03% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,81% | 11,86% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,80% | 11,85% |
A inflação dos EUA, medida pelo índice de preços ao consumidor, subiu 0,9% em março na comparação com fevereiro.
O núcleo do PCE teve alta de 5,2%, abaixo das projeções de avanço de 5,3% na base anual.
Na comparação mensal, o núcleo de preços subiu 0,3%, em linha com as projeções.
O IBGE acaba de divulgar a taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2022.
O desemprego ficou em 11,1% de acordo com o instituto, abaixo da mediana das projeções do Broadcast de 11,4%.
As estimativas tinham como piso 11% de taxa de desemprego, portanto a Pnad Contínua ficou dentro do esperado.
Ibovespa futuro abriu em alta de 0,42%, aos 111.335 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista é negociado em queda de 0,93%, aos R$ 4,8931 no mesmo horário.
Antes da abertura de mercados por aqui, as bolsas da Europa operam em alta após a divulgação do PIB do primeiro trimestre da Zona do Euro.
A atividade econômica por lá veio melhor do que o esperado pelo mercado, porém a a inflação (medida pelo CPI) também superou as estimativas.
Na contramão desse avanço, os futuros de Nova York permanecem pressionados depois que Amazon, Intel e Apple divulgaram balanços decepcionantes.
O último pregão da semana será marcado pelo dado mais esperado dos últimos dias. As bolsas pelo mundo aguardam os dados de inflação dos Estados Unidos, medido pelo índice de preços ao consumidor (PCE, em inglês).
A divulgação acontece na semana anterior à decisão de juros do Banco Central por lá. O Federal Reserve reúne o Fomc, o Copom americano, nas próximas terça-feira (03) e quarta-feira (04) para decisão sobre o aperto monetário norte-americano.
Na contramão do que afirma Jerome Powell, presidente do Fed, a economia americana não está tão robusta quanto o esperado. A primeira leitura do PIB dos primeiros três meses do ano apontou para uma queda de 1,4% — as previsões davam conta de alta de 1,0% no período.
Após a divulgação do PCE, o Banco Central americano pode entender que a alta de 50 pontos-base nos juros não é o suficiente para conter a alta dos preços. Isso significa que novos aumentos virão e as bolsas e demais ativos de risco devem sofrer com isso.
Por aqui, a bolsa brasileira encerrou o pregão da última quinta-feira (28) em alta de 0,52%, aos 109.918 pontos. O dólar à vista, por sua vez, fechou em queda de 0,55%, a R$ 4,9399.
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
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Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real