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RESUMO DO DIA: O último pregão da semana é marcado pelo apetite de risco dos investidores, que passaram por dias de alta volatilidade nas bolsas. Sem maiores destaques para o dia no exterior, os índices sobem, digerindo as falas de representantes dos bancos centrais. Por aqui, o destaque do Ibovespa vai para a divulgação do IPCA-15 de junho. A aprovação do teto do ICMS na noite de ontem também deve influenciar no pregão desta sexta-feira (24).
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados globais hoje, além das principais notícias do dia.
O Ibovespa subiu 0,60%, aos 98.672 pontos
Nasdaq: +3,34%
S&P 500: +3,07%
Dow Jones: +2,69%
O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,44%, a R$ 5,2527.
A guerra comercial entre Rússia e Estados Unidos já vem de longa data, mas o conflito na Ucrânia abriu novos capítulos dessa acirrada disputa. Agora, Putin está a dois dias de não conseguir pagar uma dívida de US$ 100 milhões ao país norte-americano. Confira os detalhes.
O presidente Jair Bolsonaro prometeu nesta sexta-feira, 24, que vai aumentar o valor do Auxílio Brasil até o fim do ano, que passará de R$ 400 para R$ 600 mensais. O anúncio, porém, deixou de fora alguns detalhes.
Em primeiro lugar, as informações de como o reajuste do benefício seria feito não foram divulgados. Outra questão que Bolsonaro não explicou é que um eventual reforço do benefício depende de aprovação no Legislativo para a promessa se tornar realidade.
O movimento do dia é sustentado pela recuperação do setor de commodities. Confira as empresas com o melhor desempenho desta tarde:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 21,40 | 4,54% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 9,82 | 4,47% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 10,26 | 4,27% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 23,20 | 4,18% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 47,50 | 4,10% |
A investigação integra uma série de ações de órgãos distintos com o objetivo de apertar o cerco contra a estatal. Na semana passada, a Petrobras reajustou o valor da gasolina e do diesel em, respectivamente, 5,2% e 14,2%.
Apesar do dia positivo para a bolsa, o mercado de juros também opera em alta. Os investidores repercutem a deterioração do cenário fiscal.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,64% | 13,52% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,57% | 12,23% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,47% | 12,15% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,53% | 12,19% |
A operadora de turismo CVC (CVCB3) conseguiu reforçar o caixa em R$ 402,8 milhões com uma oferta de ações apesar do momento difícil da bolsa. Mas para fechar a captação precisou aceitar um desconto pesado.
O preço por ação na oferta foi de R$ 7,70 por papel, ou 13,3% abaixo do fechamento de ontem, quando o papel era cotado a R$ 8,88.
Após o desconto na operação, os papéis da CVC lideram as perdas do dia.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 8,40 | -5,41% |
| SOMA3 | Grupo Soma | R$ 9,93 | -3,31% |
| ENGI11 | Engie units | R$ 41,11 | -2,07% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 15,05 | -1,51% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 12,88 | -1,38% |
A instabilidade segue sendo a tônica do Ibovespa. Depois de renovar mínimas, o principal índice da bolsa brasileira voltou a engatar um movimento de alta.
Sem novidades a serem digeridas – para o bem ou para o mal -, o mercado internacional aproveita para tentar engatar mais um dia de recuperação, mesmo que o temor de recessão ainda paire no ar.
A questão é que com sinais de uma atividade econômica mais fraca, os investidores passam a projetar uma atuação menos intensa do Federal Reserve para tentar conter a inflação.
O clima no exterior, no entanto, tem impacto limitado no Ibovespa. Por aqui, o temor de que o governo siga ampliando os gastos antes da eleição presidencial fala mais alto.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em alta de 0,62%, aos 98.691.
Por sua vez, o dólar à vista opera em queda de 0,12%, cotado a 5,2317.
Nosso colunista Nilson Marcelo identificou uma oportunidade na bolsa brasileira nesta sexta-feira: lucro de mais de 7% em swing trade com a Via (VIIA3).
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,86%, aos 100.060 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, abriu com estabilidade, mas viés de baixa, a R$ 5,2290, queda de 0,02%.
O IBGE acaba de divulgar o IPCA-15 de junho, considerado a prévia da inflação oficial do mês.
De acordo com o instituto, o índice subiu 0,69%, acima sa mediana das estimativas colhidas pelo Broadcast, que esperavam alta de 0,67% neste mês.
No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 12,04%, também acima da mediana das projeções de 12,02%.
O último pregão da semana começa sem grandes destaques no exterior. Os investidores calibram os temores envovlendo a recessão global e o quanto dela já está precificada após as quedas dos últimos dias.
As commodities em alta sustentam os ganhos pela manhã, com os ivnestidores a procura de barganhas. O avanço, no entanto, é limitado pelo medo de desaceleração econômica.
Bom dia! Assim como os adeptos do jejum, as bolsas internacionais acordaram com apetite de risco nas alturas hoje.
A semana foi marcada por uma verdadeira aversão aos ativos mais arriscados, como ações e criptomoedas, em virtude de sinais de que o mundo caminha para recessão.
Na Ásia e Pacífico, os índices seguiram a recuperação dos índices de Nova York de ontem e fecharam em alta no pregão desta sexta-feira (24).
Quem sustentou o otimismo por lá foi Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, que se comprometeu a combater a inflação sem colocar os Estados Unidos em rota de recessão.
Na abertura da Europa de hoje, a busca por barganhas também sustenta a alta das bolsas, mas de maneira mais limitada.
A alta volatilidade e o risco da economia global avançar com o freio de mão puxado limitam os ganhos do dia.
Por sua vez, os futuros de Nova York começam a sexta-feira com o garfo e a faca na mão e sobem com mais intensidade do que as bolsas do Velho Continente, ampliando a recuperação do dia anterior.
Quem segue com uma forte indigestão do cenário doméstico é o Ibovespa.
A bolsa local ignorou os ganhos de Wall Street de ontem e fechou o dia em queda de 1,45%, aos 98.080 pontos. Já o dólar à vista encerrou a sessão em alta de 1,02%, a R$ 5,2298.
O destaque do dia vai para o petróleo, que engatou recuperação com a volta do apetite global dos investidores.
Por volta das 7h, o barril do Brent — usado como referência internacional — era negociado em alta de 1,15%, cotado a US$ 111,32.
Confira o que movimenta as bolsas o dólar e o Ibovespa no último pregão da semana.
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
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Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
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