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A Viveo é uma holding que controla diversas companhias que fabricam e distribuem materiais hospitalares e medicamentos; ação saiu no piso da faixa indicativa de preço no IPO
Mais um IPO que começa com a corda toda na B3: nesta segunda-feira (9), foi a vez da Viveo (VVEO3) estrear na bolsa e fazer barulho já no primeiro dia. Os papéis da empresa de saúde, precificados a R$ 19,92, fecharam em forte alta de 9,44% a R$ 21,80.
O salto contrasta com a demanda relativamente tímida vista durante o processo de abertura de capital. As ações da Viveo saíram no piso da faixa de preço pretendida pela companhia, que ia de R$ 19,92 a R$ 25,81.
Essa, aliás, tem sido uma constante na atual janela de IPOs. A maioria das empresas tem emplacado suas ofertas no limite inferior de preço ou até abaixo dele, indicando uma certa desconfiança dos investidores de maior porte — ClearSale e Armac foram algumas das poucas que conseguiram chegar ao topo das faixas indicativas.
De qualquer maneira, as ações da Viveo tiveram uma estreia de gala, marcando a chegada de mais uma companhia do setor de saúde à bolsa.
"A Viveo nasceu para inovar e simplificar o mercado da saúde. Essa oferta de ações é um marco na evolução do nosso ecossistema de soluções e cuidados", disse Leonardo Byrro, CEO da empresa, em cerimônia realizada mais cedo na B3.
Veja neste vídeo ações de empresas que já têm capital aberto e que você deve ficar de olho:
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A Viveo é uma holding que controla diversas companhias que fabricam e distribuem materiais hospitalares e medicamentos. Seu IPO, assim, vai na esteira de muitas outras empresas do setor que abriram seu capital recentemente, como o Hospital Mater Dei e a Rede D'Or.
No mesmo segmento, a Kora Saúde também está prestes a fazer seu IPO; a Athena Saúde está com um pedido de abertura de capital em análise na CVM.
A oferta da Viveo movimentou R$ 1,876 bilhão — cerca de R$ 700 milhões foram para o caixa da empresa. Confira também os destaques financeiros da empresa no segundo trimestre deste ano:
A holding controla empresas como a Cremer, fabricante de itens de primeiros socorros, como ataduras e curativos, e a Mafra Hospitalar, distribuidora de medicamentos e materiais para hospitais.
O ano tem sido bastante movimentado na B3: já foram mais de 40 IPOs, com empresas que atuam em segmentos diversos: tecnologia, serviços financeiros, agroindústria, energia, varejo e muitos outros.
Veja o desempenho das ações de empresas que estrearam em 2021 na B3:

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