O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Lucro líquido do TC Traders Club foi de R$ 11,4 milhões no terceiro trimestre deste ano. Mas antes do ganho fiscal, plataforma de serviços para investidores teve prejuízo de R$ 3 milhões
O TC Traders Club (TRAD3) registrou lucro líquido de R$ 11,4 milhões no terceiro trimestre deste ano. Mas o primeiro resultado positivo como companhia aberta na B3 foi obtido graças a um ganho de R$ 14 milhões na linha de imposto diferido.
Antes do ganho fiscal, o TC teve prejuízo de R$ 3 milhões entre julho e setembro, de acordo com o balanço divulgado na sexta-feira à noite.
A receita fiscal que garantiu o lucro no trimestre é decorrente dos gastos capitalizados durante o IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial) do TC, no fim de julho. Desde a estreia, as ações TRAD3 acumulam queda de 35% na bolsa.
A plataforma de serviços para investidores sentiu o momento mais difícil do mercado e estacionou em 88 mil usuários pagantes no trimestre.
Em 12 meses, houve um avanço de 418%, número que foi puxado principalmente pela aquisição da Sencon — ferramenta para cálculo de imposto em operações na bolsa — em abril deste ano.
Embora não tenha avançado na base de clientes pagantes, o TC registrou um crescimento de 12% no número de usuários cadastrados na plataforma no trimestre, para 562 mil.
Leia Também
No relatório que acompanha o balanço, a administração do TC diz que focou na expansão da base de usuários para posterior conversão em assinaturas e outros serviços monetizados.
A receita líquida do TC cresceu 69,8% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado e 8,5% na comparação com os três meses anteriores, para R$ 25,2 milhões.
A empresa também apresenta no relatório uma receita líquida proforma de R$ 31 milhões, que considera as aquisições da RIWeb e Economatica, concluídas em 1º de outubro.
As aquisições tornaram o Traders Club menos dependente do investidor pessoa física. Agora, 22% do faturamento vem do B2B (business to business).
Pelo critério proforma, o TC mostra um avanço de 108% na receita. Mas a comparação feita pela companhia não apresenta o mesmo ajuste para o mesmo período de 2020.
Sob qualquer métrica, as despesas do TC cresceram em uma velocidade bem maior que as receitas. Os gastos operacionais foram de R$ 20,7 milhões, cinco vezes maiores do que no terceiro trimestre do ano passado. A empresa atribui o crescimento ao crescimento no quadro de funcionários.
O resultado do TC também teve ainda uma ajuda da linha financeira, graças ao rendimento de R$ 3,7 milhões das aplicações em caixa, reforçado pelo dinheiro captado no IPO.
O TC apresenta no relatório que acompanha o balanço três números diferentes para o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
O Ebitda que não considera nenhum tipo de ajuste foi negativo em R$ 4,2 milhões no terceiro trimestre. O número proforma, que inclui as aquisições fechadas no início de outubro, também foi negativo, mas em R$ 2,9 milhões.
Em uma terceira métrica, que o TC chama de "Ebitda proforma ajustado", o resultado em R$ 3,5 milhões positivos. Para chegar a esse valor, a empresa inclui na conta R$ 4,1 milhões em "ajuste de growth (crescimento)".
Esse ajuste tira da conta os gastos com as contratações realizadas "com objetivo de preparar a Companhia para o crescimento esperado para os próximos períodos".
O Ebitda proforma ajustado ainda exclui outros R$ 2,4 milhões em despesas de assessoria legal e gastos de marketing relacionados ao IPO.
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA