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Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Balanço

Santander tem lucro de R$ 4,3 bilhões no 3º trimestre, acima do esperado, e com retorno recorde

Resultado da unidade brasileira do banco espanhol representa um avanço de 12,5% em relação ao mesmo período de 2020 e superou mais uma vez a projeção média do mercado

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
27 de outubro de 2021
7:44 - atualizado às 14:37
Sede do Santander Brasil, com logo do banco em destaque | SANB11 Dividendos
Sede do Santander Brasil - Imagem: Divulgação

O Santander Brasil (SANB11) deu a largada na temporada de balanços dos grandes bancos em grande estilo, com um lucro líquido de R$ 4,340 bilhões no terceiro trimestre.

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O resultado representa um avanço de 12,5% em relação ao mesmo período de 2020 e superou mais uma vez projeção média do mercado, que apontava para um lucro de R$ 4,172 bilhões.

Ao que tudo indica, Sérgio Rial deixará o cargo de CEO do Santander Brasil com o banco na liderança de rentabilidade entre as grandes instituições financeiras. O retorno sobre o patrimônio líquido atingiu 22,4% no terceiro trimestre, novo recorde.

Se a crise fiscal permitir, o mercado deve reagir bem aos números do Santander e impulsionar não só as ações do banco (SANB11) como de todo o setor na bolsa hoje.

Crédito e margem do Santander

Um dos destaques do balanço do Santander foi a margem financeira, a linha do balanço que contabiliza as receitas com a concessão de crédito menos os custos de captação, com um resultado de R$ 14,6 bilhões — alta de 17,6% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

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A carteira de crédito ampliada do Santander atingiu R$ 526 bilhões em setembro, um avanço de 3,2% no trimestre e de 13,1% em 12 meses. As linhas que mais cresceram foram aquelas destinadas a pessoas físicas e pequenas e médias empresas, que contam com spreads maiores.

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Além do avanço do crédito, a margem financeira do Santander foi turbinada pelos resultados da Tesouraria, que fez um resultado de R$ 2,5 bilhões — alta de 32,8% em 12 meses — mesmo com a forte turbulência nos mercados (ou apesar dela).

O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira do banco aumentou de 2,2% para 2,4% no trimestre, mas segue em níveis historicamente baixos.

As despesas com provisões para calotes no crédito atingiram R$ 3,7 bilhões, um aumento de 26,1% em relação ao período de julho a setembro do ano passado e de 10,6% no trimestre. O Santander, porém, informa no relatório que acompanha o balanço que o avanço se deu em linha com a carteira de crédito.

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Fintechs, que fintechs?

Outro destaque do resultado do Santander foi a receita com prestação de serviços, que avançou 13,4% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, para R$ 4,8 bilhões.

O número chama a atenção porque é nessa linha do balanço que os bancos vêm sofrendo o ataque mais feroz das fintechs, as novas empresas de tecnologia financeira. Vale destacar, contudo, que a base de comparação é prejudicada pela crise provocada pela pandemia da covid-19.

As despesas administrativas e de pessoal do banco também avançaram, mas em um ritmo menor, de 7,4%, e atingiram R$ 5,5 bilhões.

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