O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aprovada em assembleia, reorganização das companhias resultará numa única empresa, Americanas S.A., e apenas a ação AMER3 será negociada a partir do fim de janeiro
Os acionistas das Lojas Americanas (LAME3 e LAME4) e de Americanas S.A. (AMER3) aprovaram, em assembleia geral extraordinária realizada na última sexta-feira (10), a incorporação da holding Lojas Americanas pela Americanas S.A., fruto da união operacional do varejo físico com a B2W.
Com isso, as bases acionárias das duas companhias na B3 serão unificadas, dando início, assim, ao processo de simplificação da estrutura do grupo empresarial, hoje um tanto confusa. As ações LAME3 e LAME4 deixarão de ser negociadas, restando apenas a ação AMER3.
A iniciativa já havia sido detalhada no plano divulgado pela Americanas no dia 3 de novembro. Agora, com a aprovação dos acionistas, inicia-se de fato o passo a passo para a unificação, cujos detalhes já foram definidos.
As ações LAME3 e LAME4 serão negociadas apenas até 21 de janeiro de 2022, uma sexta-feira. A partir do pregão de 24 de janeiro, segunda-feira, só os papéis AMER3 estarão disponíveis na bolsa.
Os detentores de papéis LAME3 e LAME4 atualmente terão suas ações substituídas por uma proporção de AMER3, e em alguns casos poderão optar por um reembolso em dinheiro.
A partir da próxima terça-feira (14), os detentores de ações ordinárias das Lojas Americanas (LAME3) que não tiverem votado favoravelmente à incorporação podem exercer seu direito de retirada.
Leia Também
Em outras palavras, poderão optar por não se tornarem acionistas de Americanas S.A. (AMER3), recebendo, assim, o reembolso correspondente à participação que receberiam em Americanas S.A. por força das ações LAME3 de que sejam, comprovada e ininterruptamente, titulares desde o dia 3 de novembro de 2021. Ações LAME3 adquiridas depois dessa data não dão ao detentor direito de retirada.
O prazo para o exercício desse direito vai até 13 de janeiro de 2022. Os acionistas dissidentes receberão R$ 5,49 por ação ordinária objeto do recesso. O pagamento será realizado no dia 21 de janeiro de 2022, último dia de negociação das ações LAME3 e LAME4.
Cada acionista das Lojas Americanas receberá, então, 0,188964 ação ordinária de Americanas S.A. (AMER3) para cada ação ordinária ou preferencial de Lojas Americanas de sua titularidade (LAME3 e LAME4). O crédito das ações ocorrerá no dia 26 de janeiro de 2022, mas elas já poderão ser negociadas por esses acionistas a partir do dia 24.
Para concluir esse processo e como resultado da incorporação, a Americanas emitirá 355.821.073 ações ordinárias AMER3.
Como consequência da reorganização, elimina-se o chamado "desconto de holding" das Lojas Americanas e aumenta-se a liquidez dos papéis da companhia resultante.
Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira deixam o controle da empresa, tornando-se apenas acionistas de referência, com 29,2% da Americanas.
Foi estabelecido ainda que, caso algum novo acionista atinja uma fatia de 15% na Americanas, ele obrigatoriamente deverá fazer uma oferta pública de aquisição (OPA) a todos os outros investidores da companhia.
A chamada poison pill, como é chamado esse mecanismo, tem, na prática, o objetivo de evitar que alguém rivalize com Lemann, Telles e Sicupira no posto de principais acionistas.
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização