O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No Brasil, além das falas de autoridades econômicas e votação no STF, serão divulgados dados do Caged; Nos EUA segunda estimativa do PIB fica no radar. Dia promete cautela no cenário internacional
O dia promete ser de maior cautela internacional, na expectativa para o início do simpósio de Jackson Hole, marcado para sexta-feira (27).
De todo modo, há uma agenda importante nos EUA, que conta com a digestão de pedidos de auxílio-desemprego e dado de PIB para o segundo trimestre (segunda leitura).
As Bolsas asiáticas, já antecipando o movimento de cautela internacional, realizaram com maior amplitude hoje, acompanhados pela manhã das Bolsas europeias e futuros americanos.
O contexto internacional parece impeditivo para uma maior tranquilidade, apesar da predominante opinião de que o evento de amanhã deve guardar pouca surpresa.
A ver...
A Bolsa brasileira, por sua vez, tem testemunhado dias de descolamento do humor internacional, o que poderia abrir espaço para uma alta aqui, apesar do dia difícil lá fora – não é impossível, apesar de pouco provável.
Leia Também
Como colocamos ontem (25), a grande quantidade de participações de autoridades brasileiras em eventos acabou tendo um desfecho positivo, em meio a dados fiscais positivos, como o de arrecadação, que superou as estimativas ao apresentar soma de R$ 171,3 bilhões em julho, acima dos R$ 157,9 milhões esperados pela mediana do mercado.
Nem tudo são flores, contudo.
Apesar das participações positivas e dos dados que sinalizam que as contas públicas têm um bom fôlego no curto prazo, os riscos inflacionários seguem no radar (IPCA-15 acumulando 9,30% de alta nos últimos 12 meses), diante da maior preocupação dos investidores com a crise hídrica e potencialmente energética.
Fala de Paulo Guedes em evento aberto e participação de Roberto Campos Neto na reunião de ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais dos Brics podem ser importantes gatilhos de otimismo hoje.
O mercado também espera a sanção presidencial da MP que aprimora o ambiente de negócios no país e a resolução do STF sobre a constitucionalidade da lei que instituiu a autonomia do Banco Central – por enquanto o placar está 1 a 1.
A expectativa para a sexta-feira deverá nortear as bolsas, que esperam ansiosamente pelo simpósio de Jackson Hole, em Teton, Wyoming – o evento será virtual pela segunda vez por conta da pandemia.
Amanhã, a fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), promete ser avaliada nos mínimos detalhes em busca de pistas sobre o possível ritmo de desaceleração da compra mensal do banco central de títulos – espera-se, porém, que o Fed anuncie oficialmente uma redução gradual apenas entre setembro e novembro (45% de chance de ser em novembro, segundo relatório do Goldman Sachs).
Enquanto isso, o mercado segue em alta. Depois de a Nasdaq alcançar os 15 mil pontos, foi o S&P 500 que bateu seu 51º fechamento recorde do ano. Sua recente sequência de vitórias, agora em cinco sessões, é a segunda com essa duração neste mês. Em julho, o S&P 500 também teve duas sequências de cinco ou mais sessões – a última vez que isso aconteceu (dois meses com duas sequências de cinco pregões de alta) foi em junho e julho de 1955.
Tempos ímpares para os mercados americanos estes que vivemos. Os futuros caem por lá hoje, indicando uma realização de lucros depois de tantas altas.
A Bolsa australiana corrigiu seus ganhos recentes em linha com a performance da Ásia. Na Coreia do Sul, por exemplo, o índice de ações também caiu bem nesta quinta-feira depois que o banco central do país aumentou sua taxa de juros em 25 pontos-base, em um movimento que poderia conter o aumento da dívida das famílias (países emergentes estão se antecipando e tendo que apertar sua política monetária antes dos países desenvolvidos, retirando os estímulos adotados em função da pandemia de Covid).
Porém, as correções asiáticas tiveram uma pitada adicional de problemas derivados da China. Os investidores estão aguardando maior clareza sobre as reformas regulatórias chinesas e seu impacto no setor de tecnologia.
Isso porque, depois de alguns sentimentos renovados pela entrada de investidores institucionais e a recompra de ações da Tencent, na segunda e na terça-feira, os investidores podem querer aguardar por enquanto, buscando mais previsibilidade sobre as reformas regulatórias, que provavelmente não serão concluídas no curto prazo.
Nos EUA, podemos contar com a segunda estimativa para o produto interno bruto para o segundo trimestre, com expectativa de uma taxa de crescimento anual de 6,5% ajustada sazonalmente, e o tradicional indicador semanal de pedidos de seguro-desemprego para a semana encerrada em 21 de agosto, sempre relevante.
Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) publica a ata de sua última reunião de política monetária, que será digerida ao longo do pregão.
No Brasil, além das falas das autoridades econômicas e da votação no STF, já mencionadas no texto acima, contaremos com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de julho, sobre o mercado de trabalho brasileiro, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência.
Na parte da tarde, podemos esperar também a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), às 15 horas.
Tem muita gente falando sobre o projeto de lei sobre o mercado de créditos de carbono – para quem não sabe do que se trata, a Empiricus fez um vídeo interessante sobre o tema. De todo modo, o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), autor da proposta, disse que está analisando junto ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), levar o projeto diretamente para o Plenário, sendo necessária a aprovação de um requerimento de urgência.
O texto regulamenta o mercado de negociação de créditos de carbono no Brasil e institui o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), que irá regular a compra e venda de créditos de carbono no país. O projeto já foi aprovado na Comissão de Desenvolvimento Econômico e foi para a Comissão do Meio Ambiente, com relatoria da deputada Carla Zambelli (PSL-SP). Tem uma audiência pública marcada para o dia 30 e, sendo votado e aprovado, ele vai para a Comissão de Finanças e Tributação, depois Constituição e Justiça.
Contudo, a ideia do deputado é pular isso tudo aprovando o requerimento de urgência e levando o texto direto ao Plenário. É uma decisão que será tomada nos próximos dias. Hoje, o projeto é fundamental para demonstrar o compromisso do país com a redução dos gases de efeito estufa. Pensando nisso, a Vitreo já se antecipou e criou o Vitreo Carbono, que está focado no investimento em crédito no mercado europeu. Vale conferir, considerando que o tema será aquecido nos próximos dias.
Reta final da Semana da Renda Fixa
Hoje é o penúltimo dia da nossa maratona de ofertas exclusivas para produtos de renda fixa.
Após inúmeros pedidos, hoje estamos disponibilizando um CDB que oferece a você a oportunidade de ganhos ACIMA da inflação.
Em 12 meses, o IPCA acumulado entre agosto/2020 e agosto/2021, foi de 9,30%, segundo os dados do IBGE.
Com o CDB de hoje atrelado ao IPCA, você terá a oportunidade de proteger seu dinheiro contra a inflação e ter ao seu favor o pagamento de um prêmio anual. A taxa extra será revelada hoje às 10h. Clique em qualquer link deste aviso para ter acesso.
Há grandes possibilidades deste CDB exclusivo acabar em questão de poucas horas. Aconteceu isso na segunda-feira, quando oferecemos também um CDB atrelado ao IPCA. Portanto, não perca tempo quando abrirmos essa oferta hoje.
Essa condição especial do CDB do Banco Agibank estará disponível entre às 10h00 e 14h59, ou enquanto durar o estoque.
Quando o relógio bater 10h00 em ponto, clique no botão abaixo para conferir todos os detalhes do CDB exclusivo.
Atenção:
Um abraço,
Jojo Wachsmann
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas