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O impasse com a PEC dos precatórios e a reforma tributária pioram o cenário interno, com panorama geral de crise entre os Poderes
A bolsa brasileira tem um dia cheio pela frente. Sem maiores indicadores no exterior, o Ibovespa deve voltar os olhos para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do BC, Roberto Campos Neto, em evento da XP nesta terça-feira (24). Confira o que movimenta o mercado hoje:
A clássica foto de Jânio Quadros, ex-presidente do Brasil, mostra bem a situação atual do país. A cabeça para um lado, uma perna para outro e um pé apontando para uma terceira direção mostram bem como as coisas estão.

O ano de eleição já tomou o clima político e as escolhas são pesadas com balança de precisão. A chamada “economia criativa” para encontrar espaço no Orçamento tira o bom humor dos mercados e coloca o teto de gastos em risco.
A PEC dos precatórios, que sugere um parcelamento das dívidas que o governo tem com o judiciário, começou com um espaço de R$ 89,1 bilhões. O governo esperava gastar R$ 57 bilhões em precatórios e já sugere retirar do teto apenas o “excesso”, ou seja, R$ 30 bilhões.
A proposta é um espaço importante no Orçamento para “encaixar” o Auxílio Brasil, antigo Bolsa Família, de R$ 300 na média. O pacote de bondades sugerido pelo presidente da República Jair Bolsonaro antes da eleição é muito mal visto pelos investidores por não preservar as contas públicas.
Somado a isso, o aumento da tensão com os Poderes também não dá trégua ao mercado brasileiro. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), já afirmou que a reforma tributária não melhora o sistema brasileiro e não deve ser aprovada pela Casa.
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No último pregão, o Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,49%, aos 117.471 pontos. O dólar à vista recuou apenas 0,05%, a R$ 5,3820.
Arthur Lira (PP-AL) participa de um evento da XP ainda hoje pela manhã. É esperado que o parlamentar comente o aumento das divergências entre o governo federal, o STF e o Congresso Nacional.
Além disso, Roberto Campos Neto também participa do mesmo evento, mas no final da tarde. O avanço da inflação está no radar do Banco Central e Campos Neto deve dar maiores detalhes sobre a política monetária da instituição.
Na última segunda-feira (23), a FDA, a Anvisa norte-americana, aprovou o uso amplo da vacina da Pfizer e BioNTech. Essa notícia encheu os mercados de otimismo (confira mais abaixo) e ligou um sinal positivo de que a pandemia pode chegar a um fim.
A variante delta pressiona do lado negativo pela reabertura. Entretanto, estudos apontam que a eficácia da vacina e uma possível terceira dose seriam suficientes contra novas variantes, o que tem adicionado ainda mais otimismo às bolsas.
O Simpósio de Jackson Hole na próxima sexta-feira (27) deve levantar os debates sobre a retomada da economia dos países e as perspectivas para os próximos anos. O Federal Reserve já sinalizou a retirada de estímulos, o chamado tapering, ainda no final deste ano. O que esperar do simpósio você pode conferir na coluna de Mateus Spiess clicando aqui.
Sem maiores indicadores pela frente, os investidores devem se apegar aos dados de vendas de novas moradias nos Estados Unidos e nos estoques de petróleo.
Os principais índices da Ásia encerraram o pregão desta terça-feira majoritariamente em alta. O otimismo das bolsas de Nova York da última segunda-feira (23) se deve à aprovação integral da vacina da Pfizer pela agência regulatória dos EUA.
Já a Europa amanheceu sem direção definida. O bom humor com a vacinação pesou do lado positivo, mas os ganhos recentes dos dois últimos pregões limitam mais um dia de alta.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para uma abertura de alta, motivados pela aprovação integral da vacina da Pfizer pela FDA, a Anvisa americana. Existe ainda uma grande expectativa com o encontro dos dirigentes dos Bancos Centrais no Simpósio de Jackson Hole na próxima sexta-feira (27).
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