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Entre hoje e amanhã, os diretores do Banco Central se reúnem para discutir a taxa básica de juros brasileira. A Selic já está na mínima histórica, mas a maioria do mercado acha que tem espaço para um novo corte. Esse é um tema de grande relevância para seus investimentos, então, fique ligado!
• O Ibovespa fechou o dia em alta de 0,76%, aos 114.629,21 pontos. O dólar à vista teve dia de alívio e caiu 0,84%, a R$ 4,2492.
• O Banco Central se reúne hoje e amanhã para discutir a taxa básica de juros. A expectativa da maioria do mercado é de mais um corte na Selic: de 4,5% ao ano para 4,25%. Veja nesta matéria o que está no radar da autoridade monetária para tomar esta decisão.
• O que mexe com os mercados hoje? Após um dia de grandes perdas, o mercado asiático parece ter encerrado o processo de ajuste e fechou em alta. Os índices futuros das bolsas de Nova York e a abertura dos negócios na Europa operam no azul.
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• Quando o melhor fundo do Brasil é uma merda: a história do fundo “campeão” de 2018 que passou vergonha em 2019.
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• Os papéis do IRB Brasil despencaram ontem após a gestora de fundos Squadra questionar o lucro bilionário da resseguradora nos 9 primeiros meses de 2019. A avaliação é de que a empresa adota padrões contábeis diferentes de suas concorrentes, o que teria turbinado o seu resultado. O Vinícius Pinheiro explica nesta matéria quais são as diferenças apontadas.
• A construtora Mitre levantou R$ 1,18 bilhão no seu IPO (oferta inicial de ações). A empresa informou que precificou a ação no topo da faixa indicativa, a R$ 19,30.
• A mineradora Aura Minerals prepara sua listagem na bolsa brasileira para abril deste ano, segundo o jornal Valor Econômico. Ela é dona de sete minas de ouro e cobre em países latinos e quer levantar R$ 800 milhões.
• O Banco do Brasil vai começar a pagar bônus aos empregados que cumprirem metas de desempenho. A mudança é uma tentativa de transformar a cultura interna do banco e aproximar o BB do modelo de remuneração variável praticado pelas instituições privadas.
• O Google divulgou pela primeira vez o faturamento publicitário do YouTube. O site de compartilhamento de vídeos gerou uma receita de US$ 15 bilhões em 2019 e já representa 9% da receita da Alphabet.
• A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 1,745 bilhão em janeiro, segundo o Ministério da Economia. Foi o primeiro resultado deficitário para um mês desde fevereiro de 2015.
• O presidente Jair Bolsonaro pediu a aprovação de reforma tributária e a privatização da Eletrobras. Em carta enviada ao Congresso na abertura dos trabalhos legislativos de 2020, ele ainda citou como prioridade a independência do Banco Central, a reforma tributária e o Pacto Federativo.
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Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
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Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
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Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
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