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Investimento em imóveis tem risco? No imaginário do brasileiro, imóvel é um dos investimentos mais seguros que existem. Isso se deve, em parte, ao fato de que, na época da hiperinflação, tijolo era uma das poucas coisas capazes de proteger o nosso suado dinheirinho de se tornar um papel de embrulhar peixe no dia seguinte.
Outro motivo para essa impressão é o fato de o mercado de imóveis, diferentemente dos de ações e títulos públicos, não dispor de uma marcação diária de preços que possa ser visualizada em uma plataforma digital pública. Não tem tela preta com os preços subindo e descendo ao longo do dia, todos os dias. Daí a gente achar, por exemplo, que imóvel não se desvaloriza.
Mas o investimento em imóvel tem risco sim. O grande problema é que esse risco está um pouco mais escondido do que o de outros ativos cuja negociação é, digamos, mais regrada.
Mas não é porque você não vê o risco que ele não existe. Você não vê o ar, mas ele existe, certo? Você também não vê o coronavírus, mas ele está aí tocando o terror (embora haja quem não acredite, mas isso é outra história).
No seu texto de hoje, nosso colunista e analista de fundos imobiliários Alexandre Mastrocinque fala justamente sobre os riscos desse tipo de investimento e lembra um “case” bastante ilustrativo sobre o qual falamos muito aqui no Seu Dinheiro: a disputa entre o Santander e o fundo RBVA11 em torno do preço do aluguel das agências bancárias.
O lado bom do risco no mercado financeiro é que, muitas vezes, ele pode vir acompanhado de um maior retorno. Por isso mesmo,o Alê se dispôs hoje a indicar para você um fundo imobiliário para comprar que tem risco, mas cujo retorno potencial, de 9,65% ao ano mais valorização das cotas, compensa.
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• Resultados trimestrais fracos, contração de 32,9% do PIB americano do segundo trimestre e realização de lucros pesaram sobre mercado de ações no Brasil hoje, como conta Ricardo Gozzi.
• A Itaú Asset anunciou o lançamento de oito novos fundos que investem no exterior, acessíveis mesmo ao investidor de varejo. O movimento integra a estratégia da gestora do banco de crescer em produtos mais sofisticados.
• Quais as ações que mais pagaram dividendos no longo prazo? Um levantamento da Economatica mostra quais foram as 20 melhores pagadoras de proventos nos últimos cinco anos. A lista é liderada pela Comgás.
• A Tim não vai fazer guerra de preços pela Oi. Em entrevista ao Broadcast, o CEO da empresa disse que o interesse pela rede móvel da operadora não justificará entrada em “competição irracional” de lances cada vez mais altos.
• O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, disse hoje que a compra de uma fatia minoritária no C6 Bank não faz sentido neste momento. Notícias recentes deram conta de que o banco estava prestes a fechar a aquisição de uma parte do banco digital.
• O Cade aprovou, com restrições, a aquisição dos produtos da marca Buscopan no Brasil pela farmacêutica Hypera.
• O Grupo Soma - dono das grifes de moda Farm, Animale e Maria Filó - estreia amanhã na bolsa, após movimentar R$ 1,8 bilhão no seu IPO.
• Após a divulgação dos seus resultados, a Ambev foi considerada um "navio inafundável" pelo Credit Suisse. O banco elevou o preço-alvo da ação e recomenda compra. Veja a avaliação dos analistas.
• O lançamento da nota de R$ 200 pelo Banco Central gerou uma série de teorias nas redes sociais. A cédula de valor mais alto causará inflação? Ou é consequência dela? É mau sinal? Facilita a lavagem de dinheiro? Eu te conto aqui o que é mito e o que é verdade.
• A Caixa anunciou que seus clientes de home equity - empréstimo com imóvel quitado como garantia - passarão a escolher a forma de correção do crédito: prefixado, TR ou IPCA. O banco anunciou ainda mudanças nas linhas para compra de terreno e construção.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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