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Bom rapaz, direitinho. Desse jeito não tem mais. A canção de Tom Zé (ouça a versão de Gal Costa) bem que podia embalar os mais novos “pombinhos” da política. Um casal bem inusitado, aliás.
Estou falando de Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia. Depois de um longo inverno afastados, o presidente da República e o representante da Câmara se reuniram na tarde de hoje – com direito até a abraço.
Um resumo do encontro foi feito pelo próprio Bolsonaro: “Voltamos a namorar, está tudo bem com o Rodrigo Maia.”
Foi uma típica reviravolta de novela – inverossímil e clichê ao mesmo tempo. Mas como todo namoro político, trata-se de uma aproximação pautada muito mais por interesses em comum do que amor verdadeiro.
Resta saber qual será a reação dos apoiadores de Bolsonaro ao namorinho de portão com Rodrigo Maia, que era até então um dos principais alvos de críticas e protestos.
Seja como for, a sinalização de alguma trégua na crise política foi suficiente para ajudar os mercados. A bolsa caminhava para a quarta queda seguida, mas virou e fechou na máxima do dia, em alta de 1,59%, quando chegaram as notícias de Brasília.
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É claro que o noticiário político por si só não foi responsável por toda a melhora. O Ibovespa ganhou um empurrãozinho extra com a melhora das bolsas norte-americanas.
O dólar também teve um dia bastante volátil. Na máxima, chegou a bater nos R$ 5,97, mas passou a cair e fechou cotado a R$ 5,819.
Na cobertura de mercados de hoje, o Victor Aguiar traz todos os detalhes de como o cenário político e a atuação do Banco Central no câmbio ajudaram a aliviar as pressões na bolsa e no dólar.
Paulo Guedes cobrou do empresariado uma ampla conversa que envolva outros poderes públicos a respeito da retomada da economia. Segundo o ministro, a atitude corresponde a um “sacrifício”. A declaração ocorreu em reunião virtual, na qual o ministro negou que esteja fazendo pressão pela flexibilização das medidas de isolamento. Na mesma ocasião, Bolsonaro disse que tem de se jogar pesado contra o governador João Doria.
O Senado decidiu adiar votação do projeto que limita a cobrança de juros do cheque especial e no cartão de crédito em 20% ao ano durante a pandemia do coronavírus. O projeto conta com a oposição dos bancos e de fato não faz muito sentido, por mais que as taxas sejam mesmo absurdas. Saiba mais sobre a tramitação do projeto de lei apresentado pelo senador Alvaro Dias.
A Azul está torrando dinheiro para se manter viva na crise do coronavírus. A companhia aérea informou que gasta R$ 4 milhões por dia de seu caixa para sobreviver, mas que ainda aguenta mais de um ano no estado atual das coisas, disse o CEO, John Rodgerson. O saldo em caixa no 1º trimestre foi de 3,1 bilhões. Enquanto isso, a empresa registrou um prejuízo multibilionário em consequência da alta do dólar, como conta a Marina Gazzoni.
A Via Varejo voltou a dar lucro, mas os resultados do primeiro trimestre não animaram muito o mercado, já que a ação fechou em baixa na sessão de hoje da bolsa. Mas se o mercado não reagiu positivamente, os analistas de Credit Suisse consideraram os resultados sólidos, considerando as circunstâncias do mercado. Para os profissionais do banco suíço, a ação da dona das Casas Bahia e Ponto Frio tem potencial para dobrar de valor.
O mercado não gostou nada dos números da SulAmérica no trimestre inicial do ano. As ações despencaram e lideraram as quedas entre as empresas que compõem o Ibovespa. A reação dos investidores encontra explicação na queda de 64% do lucro da companhia, muito pior do que as projeções. Eu conto para você o que aconteceu com a seguradora nos três primeiros meses do ano e o que esperar daqui para frente.
Uma ótima noite para você.
Aquele abraço!
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