O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo, divulgou sua carta anual aos acionistas da Berkshire Hathaway, seu conglomerado de investimentos
Desde 1978, o bilionário Warren Buffett escreve uma carta anual aos acionistas da Berkshire Hathaway, seu conglomerado de investimentos. E a mensagem de 2020 acabou de sair do forno, trazendo dicas, projeções e considerações de uma das pessoas mais respeitadas de Wall Street.
Como é de praxe, Buffett começa o documento com um panorama financeiro da companhia. Somente em 2019, a Berkshire Hathaway lucrou US$ 81,4 bilhões, sendo que a maior parte desse montante — US$ 53,7 bilhões — se deve às altas nas ações detidas pelo conglomerado.
A Berkshire, afinal, possui fatias em mais de 50 companhias, dos mais diversos setores: os investimentos vão da Apple à Coca-Cola; de petroleiras a indústrias farmacêuticas; da American Airlines ao Bank of America.
Mas engana-se quem pensa que Buffett se dá por satisfeito com esse desempenho. O bilionário segue entusiasmado com as perspectivas para a bolsa em 2020, colocando o mercado de ações como uma opção interessante de investimentos para o ano.
"Se as taxas de juros e os impostos permanecerem nos níveis atuais, é quase certo que, no longo prazo, as ações terão um desempenho muito melhor que os títulos de dívida de renda fixa"
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEWarren Buffett
Apesar do otimismo, o "Oráculo de Omaha" faz questão de ressaltar que, no mercado acionário, "tudo pode acontecer" — inclusive quedas bruscas nos preços dos ativos. No entanto, mesmo com as possíveis volatilidades no curto prazo, Buffett acredita que, num horizonte mais longo, as ações são opções muito melhores para quem possui recursos sobrando e consegue controlar suas emoções.
Leia Também
Mesmo com os ganhos volumosos de 2019 e todo o estoque em caixa acumulado ao longo dos últimos anos — ao todo, os cofres da Berkshire possuem mais de US$ 130 bilhões —, Buffett não está disposto a gastar recursos com negociações que ele não considere atraentes.
Pelo contrário: o bilionário, conhecido por fazer grandes aquisições, não compra empresas de grande porte desde 2015. Isso não quer dizer, contudo, que ele tenha desistido de encontrar novas oportunidades.
A possível candidata deve cumprir três requisitos básicos: ter uma boa rentabilidade, ser administrada por pessoas capazes e estar disponível a um preço razoável — e a terceira parte tem sido o grande empecilho para que Buffett volte às compras.
"Quando encontramos um negócio com essas características, nossa preferência sempre é comprar 100% dele. Mas as oportunidades para fazer aquisições que atendam os requisitos são raras"
Warren Buffett
Sem ter um "elefante" para comprar, resta a Buffett aumentar suas posições nas empresas nas quais já possui investimentos, ou adquirir fatias minoritárias em outras companhias.
É caso da RH, uma fabricante de móveis de luxo — em novembro, a Berkshire comprou 1,2 milhão de ações da empresa, o que fez seus papéis dispararem na bolsa americana.
Outro uso encontrado por Buffett para sua pilha de dinheiro é a recompra de ações da Berkshire Hathaway. Somente em 2019, o bilionário gastou US$ 5 bilhões para adquirir ações do próprio conglomerado, uma quantia equivalente a 1% do capital total.
"Se o desconto no preço de nossas ações aumentar, provavelmente ficaremos mais agressivos na recompra", diz Buffett.
A íntegra da carta do bilionário aos acionistas pode ser lida aqui.
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos