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Para a gestora de Luis Stuhlberger, o espaço para um novo programa de combate à pobreza deveria ser criado dentro do teto, sem “malabarismos ou pedaladas”
Em meio às discussões sobre a criação de um programa de renda permanente na esteira do auxílio emergencial, o Brasil simplesmente não tem espaço fiscal para acomodar mais gastos, com o aumento do déficit ou dívida. A análise é da Verde Asset, de Luis Stuhlberger.
Na carta mensal aos investidores, a gestora de um dos fundos mais bem sucedidos de todos os tempos do mercado brasileiro publicou um estudo detalhado sobre os impactos do auxílio emergencial na economia e nas contas do governo.
O levantamento mostra que o Brasil foi um dos países que mais gastaram para minimizar os efeitos do coronavírus na economia, com despesas equivalentes a quase 10% do PIB. Ao mesmo tempo, o país já era um dos emergentes com maior nível de endividamento antes da pandemia.
“Os únicos países emergentes que gastaram parecido com o Brasil são Peru e Chile, ambos com grau de investimento e dívida pública antes da pandemia próximas a 25% do PIB, com muita margem de manobra”, escreveu a Verde.
Como resultado, o Brasil sairá de um déficit primário de R$ 62 bilhões em 2019 para mais de R$ 800 bilhões, nos cálculos da gestora. Nas condições atuais, ou seja, sem a criação de um novo programa social, como o Renda Cidadã, e assumindo que o governo manterá o teto de gastos, o país só voltará a ter as contas no azul em 2025.
“Não é por capricho, portanto, que as reações dos preços de ativos, câmbio, juros e bolsa, são extremamente fortes quando o governo dá mostras de querer abandonar a única âncora que segura toda a sustentabilidade da dívida, que é o Teto de Gastos.”
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Para a gestora, o espaço para um novo programa de combate à pobreza deveria ser criado dentro do teto, sem “malabarismos ou pedaladas”, cortando gastos ineficientes e usando melhor os recursos da já elevada carga tributária brasileira.
Na avaliação da Verde, a poupança formada pelas famílias com os recursos do auxílio emergencial deve servir de “amortecedor” para o fim do programa em dezembro, especialmente se houver confiança na solidez da economia e das contas públicas.
Em setembro, o Verde registrou um retorno negativo de 1,22%. O fundo teve ganho nas posições em ações no exterior, mas perdeu com a queda da bolsa brasileira, além de pequenas contribuições negativas em moedas e renda fixa. No ano, o Verde acumula perda de 1,47%, contra uma variação de 2,29% do CDI, o indicador de referência. Leia a íntegra da carta do Verde.
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