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Bolsas na Europa operam sem uma direção única e os índices futuros em Nova York estão no vermelho. No Brasil, o destaque da agenda fica com a divulgação da produção industrial de junho.
Um movimento de realização dos lucros recentes é observado nesta manhã de terça-feira no mercado internacional, após as altas significativas observadas ontem. Na Europa, a inflação ao produtor (PPI) acima das expectativas deu fôlego aos investidores, mas as bolsas no continente ainda operam de forma mista. Nos Estados Unidos, os índices futuros recuam. Os agentes financeiros seguem de olho nos balanços corporativos, na disseminação do coronavírus e nas negociações de um novo pacote de estímulos nos EUA.
No Brasil, o destaque da agenda fica com a divulgação da produção industrial de junho. Segundo o Projeções Broadcast, o índice deve ter uma alta de 7,8%. O mercado local também aguarda a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o futuro da Selic.
Enquanto as bolsas de valores europeias e americanas exibiam ganhos consistentes, o Ibovespa - que na maior parte do tempo segue o comportamento dos mercados internacionais - teve um comportamento inverso e fechou o dia com leve queda de 0,08%, aos 102.829,96 pontos.
No mercado local, os investidores monitoram os ruídos em torno da reforma tributária, os balanços corporativos do segundo trimestre e aguardam a decisão do Comitê de Política Monetária, que será anunciada amanhã. A situação leva os investidores a procurarem abrigo no dólar, assim, a moeda americana fechou o dia em alta de 1,86%, aos R$ 5,3140.
No campo corporativo, os investidores refletem os números do segundo trimestre do banco Itaú, divulgado na noite de ontem. O bancão registrou queda de 40,2% no lucro líquido, indo a R$ 4,2 bilhões.
Nesta terça-feira, o grande destaque da agenda de divulgações é a produção industrial de junho. Segundo o Projeções Broadcast, a reabertura econômica deve levar o setor industrial a subir cerca de 7,8% no mês. O acumulado no trimestre deve ser de 18,15%.
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Hoje, no entanto, as bolsas europeias e os índices futuros em Nova York parecem ceder ao movimento de realização de lucros. Na Europa, a inflação ao produtor (PPI) acima das expectativas injetou ânimo nas bolsas, mas não o suficiente para engatar uma alta mais consistente.
Os investidores seguem otimistas com a possibilidade de uma retomada econômica mais rápida, mas os velhos conhecidas pontos de cautela seguem no radar.
Ontem, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou sobre a possibilidade de que uma vacina não surja ou seja o suficiente para conter o surto do coronavírus, em um momento em que o mundo volta a registrar número recorde de infectados.
Nos Estados Unidos, os agentes financeiros observam as negociações para um novo pacote de estímulos fiscais, que tem sido motivo de impasse entre republicanos e democratas.
O destaque dos balanços internacionais hoje fica com a petroleira britânica BP e a Disney.
As preocupações com um possível aumento da oferta de petróleo pela Opep+ pesam no preço do barril. Por volta das 7h15, o petróleo WTI para setembro recuava 0,63%, enquanto o Brent para outubro tinha queda de 0,66%.
Além da produção industrial de junho (9h), no Brasil também temos a divulgação das vendas de veículos em junho pela Fenabrave.
Lá fora, destaque para o índice de preços ao consumidor da OCDE, números do estoque de petróleo dos Estados Unidos e o PMI Composto e de serviços da China.
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