O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O apetite por risco é sustentado pela expectativa de que uma vacina de uso emergencial esteja disponível nos próximos dias
Depois de um dia cinzento, o sol volta a brilhar nos mercados financeiros globais. O otimismo desta terça-feira é sustentado pelo avanço das vacinas contra a covid-19 e dados animadores da economia chinesa.
Na agenda, o destaque fica com a balança comercial e eventos que podem pressionar a inflação. Lá fora, além de dados da economia americana, temos também a participação do presidente do Fed, Jerome Powell, e do secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, em audiência no Senado.
No último pregão de novembro, o Ibovespa seguiu o clima de aversão ao risco visto no exterior e recuou 1,5%, aos 108.930 pontos. A queda, no entanto, não foi o suficiente para apagar o desempenho invejável do índice ao longo do mês e teve um quê de realização dos lucros recentes.
Novembro ficará marcado por um avanço de 15,9% do principal índice acionário da bolsa brasileira, o melhor desempenho para o mês desde 1999. O grande destaque positivo do período foram justamente os papéis mais penalizados durante o momento mais agudo da pandemia.
O dólar fechou o dia em alta de 0,4%, cotado aos R$ 5,3462. No mês, o recuo foi de 7%, mas a moeda americana segue com ganhos acima dos 30% em 2020.
Com o encerramento das eleições municipais, as pautas que ficaram engavetadas nos últimos meses deve voltar a ganhar espaço na agenda dos parlamentares.A expectativa principal é que temas como as reformas tributária e administrativa voltem ao centro das atenções e caminhem ainda em 2020.
Leia Também
No entanto, outro assunto segue em alta: a alta da inflação. As bandeiras tarifárias vermelhas na conta de luz serão retomadas, o que deve pressionar ainda mais o IPCA de dezembro. Com a próxima decisão do Copom se aproximando, os investidores esperam uma resposta do Banco Central.
Do Norte ao Sul do planeta só se fala em uma coisa: a possibilidade de que nos próximos meses uma vacina contra o coronavírus esteja disponível para a população e coloque um fim (ou ao menos um freio) na pandemia do coronavírus.
Depois dos resultados positivos das últimas semanas, envolvendo diferentes testes experimentais, agora a notícia que embala os mercados é o pedido de uso emergencial feito pela empresa americana Moderna, tanto nos Estados Unidos como na Europa. A Pfizer e a BioNtech também devem entrar com um pedido semelhante nos próximos dias.
Não são somente as notícias positivas envolvendo o desenvolvimento de vacinas que anda alimentando o bom humor dos investidores. Novos dados da segunda maior economia do mundo, a China, mostram que o país está no caminho certo da recuperação.
Nesta madrugada, as bolsas asiáticas foram impulsionadas pelos números doíndice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inflês) industrial da China, que subiu ao maior nível desde 2010, indo a 54,9 em novembro.
A leitura do mercado é que com o avanço das vacinas, a retração econômica tem data para acabar. Nesta manhã, os índices futuros em Wall Street exibem altas firmes, assim como as principais praças europeias.
Os investidores ficam de olho nos números da balança comercial brasileira de novembro (15h), o índice de preços ao consumidor (IPC) (8h).
No exterior, o destaque fica com o índice dos gerentes de compras (PMI) do setor industrial dos Estados Unidos (11h45) e a participação do presidete do Federal Reserve, Jerome Powell, e do secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, em audiência no Senado.
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação