🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Mercados hoje

Ibovespa opera estável após bater recorde e dólar cai mais de 1%

Ações de bancos, Petrobras e Vale pesam no índice; juros futuros caem com inflação do aluguel abaixo das expectativas

Jasmine Olga
Jasmine Olga
29 de dezembro de 2020
10:41 - atualizado às 18:18
Bull bear market
Imagem: Shutterstock

O Ibovespa opera perto da estabilidade nesta terça-feira (29), após ter batido a sua máxima histórica intradiária de 119.593 pontos, recebendo, mais cedo, um "empurrão" proveniente do apetite por risco vindo lá de fora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na máxima do dia, o índice avançou 0,6%, para 119.860,91 pontos, renovando o seu topo. Por volta das 17h, no entanto, o principal índice acionário da bolsa brasileira tinha leve variação positiva, de 0,1%, para 119.280 pontos.

O movimento foi guiado por certa realização de lucros, já que, no mês, o Ibovespa subiu 9%, destoando do desempenho dos índices acionários à vista do exterior. As bolsas americanas caem ao menos 0,2% agora, dando uma pausa no rali recente, depois do veto à aprovação rápida de maior auxílio individual aos americanos.

Enquanto isso, na Europa, apenas o DAX, da bolsa de Frankfurt, recuou entre os principais índices acionários à vista.

Entre os destaques corporativos do Ibovespa, as ações de CSN se disparam quase 5%. Siderúrgicas, Usiminas e Gerdau também sobem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações do IRB avançam, mantendo-se entre as principais altas do índice como ontem, na esteira da prévia operacional de outubro, que apontou um prejuízo líquido de R$ 23,8 milhões.

Leia Também

Sem considerar os efeitos que não vão se repetir nos períodos seguintes, contudo, a empresa teria registrado lucro líquido de R$ 110,3 milhões.

Ações de pesos-pesados, como bancos, Petrobras (destoando da alta do petróleo Brent lá fora) e Vale (seguindo a queda do minério de ferro na China), operam em queda neste momento, pesando no índice.

O que chegou a sustentar o bom humor nos mercados acionários hoje pela manhã foi o cenário externo, impulsionado pela perspectiva de um socorro financeiro ainda mais robusto à combalida economia americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após a aprovação do pacote fiscal de US$ 900 bilhões, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou o aumento do auxílio individual dado aos americanos que recebem menos de US$ 75 mil por ano, de US$ 600 para US$ 2 mil, em meio à pressão do presidente americano Donald Trump.

A medida ainda precisava ser aprovada no Senado e, se passasse, elevará o valor total do pacote de ajuda para US$ 1,3 trilhão. No entanto, o Senado americano vetou a aprovação rápida da proposta de ampliação da ajuda individual, o que pesou sobre as bolsas americanas.

Na Europa, os investidores seguiram repercutindo com bom humor o acordo comercial pós-Brexit firmado entre Reino Unido e União Europeia, o que sustentou a maioria das principais bolsas do velho continente no azul.

Juros e dólar também para baixo

No âmbito doméstico, os investidores monitoraram a agenda econômica ao longo do dia, que trouxe dados importantes para detalhar o estado da inflação e da atividade econômica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Primeiro, foi divulgado o IGP-M, índice conhecido como a inflação do aluguel, que subiu 0,96% em dezembro, fechando o ano com a maior variação anual desde 2002.

Ainda assim, o desempenho mensal desse IGP foi menor do que o esperado pelo mercado, sob o impacto da desaceleração dos preços do atacado e deflação das matérias-primas brutas.

Deste modo, o mercado de juros futuros apontou um alívio em taxas curtas e longas, apesar de alta nas de curtíssimo prazo (janeiro/2021). As quedas mais intensas foram observadas nos juros para contratos de prazo maior.

Confira as taxas de fechamento dos principais vencimentos:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2021: de 1,900% para 1,916%
  • Janeiro/2022: de 2,91% para 2,88%
  • Janeiro/2023: de 4,29% para 4,23%
  • Janeiro/2025: de 5,79% para 5,67%

Do lado da atividade econômica, a taxa de desemprego até outubro ficou em 14,3%, abaixo do piso das expectativas dos analistas, o que sugere uma recuperação do mercado de trabalho.

Depois de subir fortemente na sessão de ontem mesmo após intervenção do Banco Central, o dólar cai 1,1% agora, aos R$ 5,1829. Mais cedo, o BC vendeu US$ 800 milhões em operação de swap (venda de dólar no mercado futuro).

O movimento do dólar diante do real brasileiro hoje está em linha com o que se vê em relação a moedas emergentes — a divisa também cai frente ao peso mexicano, rublo russo e o rand sul-africano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar