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Bolsa vai acima dos 104 mil pontos com notícia animadora sobre vacina da Pfizer; vacina da AstraZeneca também mostrou bons resultados
Notícias de avanço nas pesquisas de vacinas contra o coronavírus animam os investidores nesta segunda-feira (20) e levam o Ibovespa a superar os 104 mil pontos. Às 16h30, o índice subia 1,32%, aos 104.244,56 pontos.
O mercado reage a boas notícias divulgadas pela Pfizer, que pesquisa uma vacina junto à BioNTech, e pela AstraZeneca, que desenvolve uma vacina junto à universidade de Oxford.
De acordo com a Pfizer, foram verificadas respostas imunes "fortes" nos estudos alemães da vacina, em velocidade superior ao prazo estimado. A pesquisa também não registrou efeitos colaterais graves nos indivíduos que receberam a dose.
A revista científica The Lancet divulgou um estudo da AstraZeneca em parceria com a universidade de Oxford que mostrou resposta imunológica dos participantes para a vacina, também sem efeitos colaterais graves.
No início da tarde, as bolsas americanas aceleraram os ganhos, e o Dow Jones, que recuava durante a manhã, passou a subir. Às 16h30, o Dow Jones avançava 0,26%, o S&P 500 subia 1,00% e o Nasdaq tinha alta de 2,54%.
As bolsas europeias fecharam com sinais mistos, mas a maioria manteve o tom positivo com os avanços das pesquisas para a vacina. O Índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,76%.
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Mais cedo, as bolsas asiáticas terminaram o pregão sem direção definida, na expectativa das negociações de um pacote orçamentário de 1,85 trilhão de euros entre os líderes da União Europeia.
O pacote inclui um fundo de 750 bilhões de euros destinado a ajudar o bloco a se recuperar da crise gerada pela pandemia de covid-19. Os líderes europeus voltaram a se reunir nesta segunda-feira para discutir as medidas.
Há pouco, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, disse no Twitter que enviará a todos os líderes europeus sua nova proposta sobre o fundo, cujo valor vem sendo o principal ponto de discórdia entre as lideranças. Ele disse estar otimista com a aprovação, e o pronunciamento "deu um gás" nos mercados no início da tarde.
Os investidores brasileiros estão, nesta semana, de olho nos avanços da reforma tributária. A expectativa é de que o Ministério da Economia finalmente apresente a sua proposta amanhã.
O otimismo com o avanço da agenda de reformas contribui para alívio no dólar à vista e nos juros. A moeda americana alternou altas e quedas pela manhã, mas se firmou em baixa, e agora recua 0,81%, aos R$ 5,3367. Já os juros futuros fecharam em leve queda, com exceção daqueles com vencimento em janeiro de 2021:
A telefônica Oi (OIBR3), em recuperação judicial, disparava 19,01% na abertura após a notícia, no fim de semana, de que Tim, Claro e Telefônica fizeram proposta conjunta vinculante pela área de telefonia móvel da companhia. Às 16h32, porém, o papel subia "apenas" 9,92%.
As ações da Tim (TIMP3) e da Telefônica (VIVT4) estão entre as maiores altas do Ibovespa. No mesmo horário, avançavam, respectivamente, 5,87% e 5,76%.
Para analistas do Credit Suisse, a mais beneficiada pela transação seria a Tim, que ficaria com a maior parte dos ativos de telefonia móvel da Oi.
As ações da Ser Educacional (SEER3) também disparam nesta segunda. No mesmo horário, subiam 14,49%, embaladas pelo anúncio de que a companhia avalia a compra de ativos envolvendo o Grupo Laureate no Brasil.
Outra ação que figura entre as maiores altas do Ibovespa nesta segunda é a da Via Varejo (VVAR3), que passou a disparar depois que uma conta de Twitter atribuída à companhia divulgou dados operacionais fortes. No entanto, a sequência de tuítes foi posteriormente apagada sem maiores explicações. Às 16h32, os papéis subiam 7,35%.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
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