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Índice, no entanto, não conseguiu renovar a máxima de fechamento; dólar acumulou alta de 30% ao longo de 2020
O Ibovespa levou nada menos que 10 meses para voltar a ficar no azul em um ano histórico. Com direito ao pior março em 22 anos, o índice teve circuit breakers para dar e vender em meio ao pânico dos mercados com a pandemia do século.
A partir daí remou, remou e remou — para, eventualmente, entrar em um bull market, reconquistando os 100 mil ainda em julho.
Os meses seguintes foram de muita volatilidade e só foi mesmo no fim do ano que o índice pôde flertar com níveis recordes, uma vez mais. Nesta reta final, inclusive, conseguiu renovar sua máxima histórica intradiária por duas vezes, ontem e hoje. Ficou "devendo", no entanto, um novo recorde de fechamento.
A última sessão do ano, para falar a verdade, não fez lá muito jus ao entusiasmo pela retomada do topo histórico: foi cheia de marasmo, com leves alternâncias entre altas e baixas e um término em leve queda.
Este movimento de "chove e não molha" se deu a partir de 10h20, quando o principal índice acionário da B3 renovou a sua máxima histórica, subindo aos 120.150 pontos, em ganhos de 0,6%.

Ao fim da sessão, pressionado por papéis de grandes bancos, siderúrgicas e varejistas, o Ibovespa fechou em baixa de 0,33%, aos 119.017,24 pontos. Com isso, não conseguiu renovar o recorde de encerramento, obtido em 23 de janeiro — ocasião em que terminou aos 119.527,63 pontos.
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No ano, o índice acumulou uma leve alta de 2,9%, com destaque para as ações ligadas a commodities (embaladas pelo preço do dólar) e do segmento de e-commerce (embaladas pelas medidas de isolamento), predominantemente.
Entre os perdedores de 2020, a resseguradora IRB Brasil registrou a maior queda do índice, acompanhada por empresas do setor de educação e de lazer, fortemente impactadas pelo distanciamento social.

Enquanto isso, as bolsas americanas tiveram um dia de alta, com o Dow Jones renovando a máxima de fechamento no penúltimo dia de negócios no ano. Os índices acionários S&P 500 e Nasdaq se aproximaram de novos recordes de fim de sessão.
Uma novidade no front das vacinas temperou um caldo de incertezas sobre o auxílio individual contra o coronavírus nos Estados Unidos, componente que pesou ontem nos mercados acionários: o Reino Unido aprovou o uso emergencial da vacina da AstraZeneca, o segundo imunizante autorizado por lá.
Nos EUA, os olhos dos investidores ficaram voltados para o Senado norte-americano, que discute um aumento do auxílio às famílias de baixa renda impactadas pela covid-19 nos Estados Unidos de US$ 600 para US$ 2 mil.
O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, bloqueou uma votação rápida sobre a questão, se distanciando do desejo do próprio presidente Donald Trump de ampliar pagamentos diretos aos americanos — medida que, inclusive, tem apoio dos democratas.
McConnell agora vincula o aumento do auxílio individual a duas outras preocupações de Trump, que, no entanto, carecem de apoio bipartidário: mudanças na liberdade do discurso online e reclamações de Trump sobre supostas fraudes eleitorais.
O dólar comercial registrou uma sessão de volatilidade — a moeda caiu 0,5% na mínima e subiu 1% na máxima — e terminou sendo negociado a R$ 5,1887, em leve alta de 0,11%.
O dólar também subiu frente ao rublo russo, mas ficou estável contra o peso mexicano, moedas pares do real. É bom lembrar que não houve leilão de swap (operação de venda de dólar no mercado futuro) programado para hoje pelo Banco Central.
Recentemente, o BC vinha oferecendo contratos de swap para aliviar a demanda por dólar de bancos que procuravam reduzir o overhedge (redução da posição vendida em dólar). Os leilões envolviam 16 mil contratos de swap ou US$ 800 milhões diariamente.
No exterior, o Dollar Index (DXY) demonstrou a continuidade da fraqueza da divisa, com a perspectiva de mais estímulos fiscais na praça: o índice, que mede o vigor do dólar contra o de rivais fortes (euro, libra e iene), cai 0,4%, nos menores níveis desde abril de 2018.
Mas a fraqueza global do dólar não dirimiu suas forças contra o real, o que fez a moeda fechar o ano em uma fortíssima valorização, de 29,3%.
A aversão ao risco gerada pela pandemia de coronavírus, que afastou investidores de moedas emergentes, associada ao crescente risco fiscal visto no país e, também, à fraqueza da economia brasileira, compuseram uma tempestade perfeita que levou o dólar a renovar suas máximas históricas contra a divisa local.
Em momentos de mais tensão, que envolveram até o risco político após a saída do ministro Sergio Moro e seus impactos no governo Jair Bolsonaro, o dólar chegou a operar acima dos R$ 5,90 pela primeira vez na história.
Eventualmente, a diminuição dos riscos político e fiscal, as notícias sobre a vacina contra o coronavírus, o fluxo de entrada de recursos estrangeiros e a eleição de Joe Biden trouxeram alívio à moeda, que chegou a cair em novembro e se aproximou da casa dos R$ 4 em dezembro, mas terminou um ano pela primeira vez na história valendo mais de R$ 5.
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