O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gestora afirma que Brasil continua dando sinais de melhora, mas não elevou exposição em ações como nos outros meses
A carta de gestão do Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, referente ao mês de setembro, não trouxe uma mensagem que vinha sendo repetida nas anteriores. O fundo manteve estável sua exposição em ações, depois de falar em ampliação nos meses anteriores.
Para a gestora, em meio a incerteza global, o Brasil continua dando sinais de melhora da trajetória de crescimento, razoavelmente em linha com um cenário desenhado pela casa de gestão em junho, quando avaliou que existia um excesso de pessimismo com o crescimento econômico.
A novidade recente, diz a carta, é que o estímulo monetário tem chance de ser ainda maior do que o projeto anteriormente, o que só reforça a avaliação da casa de uma retomada cíclica da atividade, liderada pela demanda doméstica.
“O país está apenas no início de um novo ciclo de crédito e os impactos de uma Selic abaixo de 5% nem começaram a ser sentidos”, diz a carta.
Em setembro, o BC cortou a Selic em meio ponto, para 5,5% ao ano e acenou que há espaço para novas reduções. No mercado, as apostas são de quão abaixo de 5% a taxa básica de juros pode ir. A mediana do Focus sugere juro em 4,75%.
No mês, o fundo teve rendimento de 1,3%, contra 0,47% do CDI. No ano, sobe 10,2%. Em setembro, os ganhos vieram as posições em ações no Brasil e no livro de juros reais. Perdas marginais nas moedas.
Leia Também
Além de manter a estável a posição em ações brasileiras, o fundo afirma que segue aplicado em juro real brasileiro e comprado na inclinação da curva de juros dos EUA. A posição vendida no dólar contra o real via opções foi marginalmente ampliada e uma pequena exposição comprada em libra contra euro foi retomada.
Segundo a gestora, o cenário global “desanuviou” ao longo de setembro, resultando em boa performance para a maior parte dos ativos de risco. Sinais de que EUA e China caminham para um miniacordo comercial se acumularam.
Os gestores do fundo dizem que dada a incerteza associada ao processo de decisão do presidente americano, Donald Trump, têm focado tempo em entender os incentivos dos dois lados.
Assim, a desaceleração da economia chinesa e as medidas já tomadas em relação a Huawei, são forças que apontam na direção de um acordo por parte da China. Do lado americano, os sinais incrementais de fraqueza do setor industrial, com potencial contaminação do consumo e emprego, especialmente em Estados com peso desproporcional no colégio eleitoral americano (o que os analistas chamam de swing states), produzem incentivos poderosos para um presidente que almeja a reeleição buscar uma espécie de cessar-fogo na guerra comercial.
“As próximas semanas serão cruciais para sabermos se, de fato, esses incentivos influenciaram preponderantemente os tomadores de decisão dos dois lados.”
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos