Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Atenção acionista!

Os dias de dinheiro parado na Petrobras estão perto do fim! Quem diz é o novo presidente: “só vamos ficar com ativos que dão retorno”

De acordo com Roberto Castello Branco, presidente da empresa, a Petrobras vai deter apenas ativos onde puder extrair o máximo de retorno possível, especialmente o pré-sal

Bruna Furlani
Bruna Furlani
29 de janeiro de 2019
19:53 - atualizado às 9:58
Petrobras
Imagem: Shutterstock

Depois de anos conturbados para a Petrobras com os escândalos da Lava-Jato e da Greve dos Caminhoneiros, o discurso do atual presidente, Roberto Castello Branco, deu uma boa animada no grupo seleto de investidores que estavam no salão do Gran Hyatt, em São Paulo para o evento do Credit Suisse, nesta terça-feira (29).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após a fala de Castello Branco era possível ver um semblante mais otimista em alguns rostos. Cheguei até ouvir perto de mim um discurso de "agora vai". Com uma janela de oportunidades à vista, o presidente destacou que a companhia vai investir em cinco frentes, com foco em maximizar o retorno aos acionistas.

Ativos, apenas os de grande retorno

Para isso, a primeira frente será fazer uma gestão mais ativa do portfólio de ativos da empresa. "A Petrobras vai deter apenas ativos onde puder extrair o máximo de retorno possível, especialmente o pré-sal porque ele é muito atrativo para as empresas de petróleo. Não vamos ter mais ativos que geram pouco retorno ou retorno nenhum", destacou Castello Branco.

Segundo o presidente, os desinvestimentos vão priorizar os ativos em que a Petro não precisa ser o dono natural, como é o caso dos campos maduros onshore e dos ativos que envolvem serviços de logística (midstream). A ideia é "criar a cultura de conversão de caixa. Não é possível ficar com o capital parado. É necessário monetizar isso".

Desalavancagem

Em seguida, Castello Branco disse que também buscará reduzir o custo da dívida e do capital e que para isso, a empresa terá que desalavancar (diminuir o seu endividamento). Segundo ele, a alavancagem da empresa é relativamente alta para uma petrolífera e que,  por conta da volatilidade no preço das commodities, é fundamental trabalhar com uma desalavancagem mais baixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Temos que perseguir o alongamento da dívida e diminuir o risco de refinanciamento dela para não sermos surpreendidos, caso precisemos de dinheiro. Em 2015, por exemplo, a duração média da dívida era de 5 anos. Agora, queremos ficar acima de 10 anos para reconquistar o  nos queremos ficar acima de 10 anos. Queremos reconquistar o investment grade rating", disse o presidente.

Leia Também

Outro ponto que o presidente destacou é que a empresa vai perseguir é a redução de custos. Ele disse que como o preço da commodities é volátil, uma das melhores proteções é o custo baixo. E que isso deverá ser feito por meio de desinvestimento, eliminação de desperdícios e estímulo do corpo técnico por meio de meio de prêmios e bonificações.

Além disso, Castello Branco informou que vai priorizar o uso intensivo de tecnologias de informação. Segundo ele, há muitas oportunidades para se investir na área, especialmente por meio da digitalização e do emprego da inteligência artificial. Sem detalhar muito como isso será feito, o CEO destacou que já escolheu um conselheiro que é uma autoridade no setor.

Segurança é quesito primordial

Diante do acidente envolvendo a Vale em Brumadinho, o CEO da Petrobras disse que uma das frentes de prioridade será também a segurança no trabalho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É inadmissível perder vidas. Hoje, temos uma estrutura de reação boa e comitês de crise. Para evitar que os erros se repitam, vamos fazer o registros de incidentes e continuar a ter normas restritivas e a treinar nossos funcionários", destacou Castello Branco.

Desinvestir é o lema

Com relação à BR Distribuidora, o presidente preferiu não comentar se vai privatizá-la ou não. Apenas disse que está trabalhando com Salim Mattar, secretário especial de Desestatização e Desinvestimento. Ele disse que "todas as opções estão na mesa e que os desinvestimentos serão escolhidos com foco em maximizar o lucro".

Já sobre a Braskem, Castello Branco foi enfático ao falar que "a prioridade não é o setor de petroquímica e sim o pré-sal".

Quando perguntado sobre a venda de ativos de refino, o presidente disse que está estudando melhorias e que o ter o monopólio do refino é ruim porque favorece a intervenção estatal. Ele citou como exemplo a Greve dos Caminhoneiros por conta da política de controle de preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

" Ter uma política de controle de preços é um atraso enorme. Para evitar a tabela de preços há outras opções que podem oferecer essa proteção", destacou Castello Branco sem citar quais seriam os mecanismos.

Cessão Onerosa

No caso da resolução da cessão onerosa, o presidente destacou que o interesse é que as negociações com o Congresso sejam concluídas entre 30 e 60 dias.

Castello Branco ainda disse que a empresa tem interesse nos barris excedentes do leilão da cessão onerosa. Assim que a negociação terminar, a Petrobras vai analisar o excedente e decidir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia