O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Combinação dos negócios entre Natura e Avon cria grupo com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões e presença em cem países
Menos de meia hora depois do fechamento da bolsa, a Natura fez o anúncio que o mercado inteiro aguardava: o acordo para a aquisição da americana Avon, sua grande rival histórica no mercado de cosméticos.
O negócio envolve a troca de ações das companhias. Após o negócio, a brasileira deterá 76% do capital da empresa combinada, batizada de Natura & Co, enquanto os sócios da Avon ficarão com os 24% restantes.
A companhia americana foi avaliada em US$ 3,7 bilhões (R$ 15 bilhões) na transação, incluindo as dívidas. Já os negócios combinados das duas devem valer aproximadamente US$ 11 bilhões (R$ 44,5 bilhões).
A Natura & Co terá ações listadas na B3 e recibos de ações (ADR, na sigla em inglês) negociados na New York Stock Exchange (Nyse).
Juntas, Natura e Avon formarão uma gigante com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões (R$ 40,4 bilhões, no câmbio de hoje), mais de 40 mil colaboradores e presença em cem países. A empresa será o quarto maior grupo exclusivo de beleza do setor no mundo.
Com a expectativa do anúncio, as ações da empresa brasileira subiram forte hoje na bolsa e encerraram o dia em alta de 9,43%. Em Nova York, os papéis da Avon dispararam 9%. Confira também nossa cobertura de mercados.
Leia Também
O acordo prevê que cada ação ordinária em circulação da Avon será ao final convertida em 0,3 ação da Natura & Co. Já os acionistas de papéis preferenciais da classe C da empresa americana receberão aproximadamente US$ 530 milhões em dinheiro.
A Natura informou que, para fazer frente a esse pagamento, obteve compromisso de financiamento de até US$ 1,6 bilhão com os bancos Bradesco, Citigroup e Itaú Unibanco.
A aquisição mais importante da história da Natura acontece praticamente na véspera de a companhia completar 15 anos com o capital aberto na bolsa. A empresa estreou na antiga Bovespa no dia 26 de maio de 2004.
A oferta realizada no Novo Mercado é considerada um marco no mercado de capitais brasileiro e abriu caminho para mais de uma centena de ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) na bolsa brasileira.
Nos últimos anos, a Natura adotou uma estratégia agressiva de crescimento via aquisições. Antes da Avon, a companhia já havia abocanhado a britânica The Body Shop e a a australiana Aesop.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM