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Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

na carteira

Quer uma ação com potencial de alta de 40%? O BTG recomenda a JSL

Analistas do banco projetam preço a R$ 24 em 12 meses; para eles, desempenho da companhia de logística depende mais da inflação e contratos que gerem retornos atraentes

Kaype Abreu
Kaype Abreu
9 de outubro de 2019
15:17 - atualizado às 10:53
Imagem: Divulgação

A ação ON da gigante do setor de logística JSL pode subir cerca de 40% e alcançar o preço de R$ 24 num período de 12 meses, segundo analistas do BTG Pactual — em relatório enviado aos clientes, o banco recomenda a compra dos papéis da companhia.

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Nesta quarta-feira (9), os ativos da empresa (JSLG3) fecharam em alta de 2,33%, a R$ 17,10, cotação que implica num potencial de alta de 40,3% em relação ao preço-alvo fixado pelo BTG. Desde o início do ano, as ações da JSL já acumulam ganhos de cerca de 150%.

Para os analistas do banco, a tendência de terceirização de veículos alterou a dinâmica dos negócios da JSL. A companhia hoje tem três subsidiárias que atuam à sua maneira com aluguel: Movida, Vamos e CS Brasil - que já representam 71% da receita da companhia. Hoje são cinco frentes de negócio com presidentes e CFOs independentes.

Com isso, o desempenho da JSL não fica tão dependente de uma eventual melhora na economia do país. Exemplo já foi dado na prática nos últimos anos, na avaliação dos especialistas do banco: enquanto o PIB patinou entre 2013 e este ano, a receita da JSL praticamente dobrou.

"A receita de hoje depende mais do preço fixo a longo prazo, ajustado pela inflação, e contratos que gerem retornos atraentes", dizem os analistas.

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Menos riscos

A JSL existe há 60 anos, período em que se tornou a principal empresa de logística do Brasil. Ela trabalha em 18 setores diferentes - o que, na avaliação dos analistas, mitiga a exposição a riscos.

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"Esperamos que os níveis de investimento em bens de capital cresçam à medida que os clientes comecem a ver uma demanda mais forte em seus setores", diz a instituição.

Os analistas também elogiam a CS Brasil, que atua no setor público e de capital misto, mas dizem que a Vamos oferece uma "exposição única" ao aluguel de caminhões - "em que as oportunidades de crescimento e os contratos de frota têm durações mais longas."

A instituição lembra que a aquisição de veículos como caminhões já foi subsidiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Tesouro. Mas que, após 2015, o recurso mingou e houve uma queda no mercado - que tem impulsionado a terceirização.

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Segundo os analistas, a Vamos e a Movida são oportunidades de crescimento para a JSL diante de um mercado bastante fragmentado. Quando a JSL adquiriu a Movida em 2013, era um empreendimento, com 2,4 mil veículos. Hoje tem uma frota de mais de 100 mil carros.

A JSL também tem contratos com fabricantes como Volkswagen e Ford - alguns acordos de mais de 20 anos.  "A indústria automobilística sempre foi um grande cliente da logística. Por isso acreditamos que a JSL tem uma vantagem neste segmento devido a seu relacionamento de longa data com essas montadoras".

Olho nos números

No último balanço, a JSL apresentou um aumento de 9,2 no retorno sobre capital investido (ROIC). Em 2018, esse percentual teve expansão de 9%. Já em 2017, o aumento foi menor e ficou na casa dos 8,2%.

Na prática, esse indicador mostra quanto de dinheiro a companhia tem capacidade de gerar com todo o capital que foi investido nela. Para o BTG, esse número deve chegar aos dois dígitos nos próximos anos.

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