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Chegou o último pregão de 2019. O Ibovespa acumula alta de 32,6% ao ano e, a não ser que aconteça uma tragédia de grandes proporções hoje (bate três vezes na madeira!), 2019 tem tudo para fechar como um ano daqueles para quem investiu em ações.
Entre os destaques de hoje estão as projeções do mercado para 2020.
No fim do dia, o Seu Dinheiro traz para você o fechamento da bolsa e do dólar no ano e o ranking das melhores e piores aplicações de 2019. Fique ligado!
• O Ibovespa subiu 1,23% na semana passada e encerrou o pregão de sexta-feira aos 116.533,98 pontos. Já o dólar à vista acumulou perda de 1,08% na semana e fechou em R$ 4,0503.
• Hoje é o último pregão de 2019 (veja aqui o que esperar). Lá fora, os índices futuros das bolsas de Nova York apresentam altas moderadas após uma sessão mista na Ásia. Os primeiros pregões de 2020 começam esta semana. Entre o ano com o pé direito com o panorama completo do que deve mexer com os seus investimentos nesta semana (exclusivo SD Premium).
• Na última edição do ano, o Boletim Focus - publicação do Banco Central que reúne estimativas do mercado financeiro para a economia - prevê que a alta do PIB em 2020 seja de 2,3% e inflação fique em 3,61%. Veja todas as estimativas.
Leia Também
• Uma novidade no segmento de fundos imobiliários deve movimentar 2020. São os fundos com lastro em alugueis residenciais. Hoje, tradicionalmente, os fundos oferecidos no mercado são ancorados em imóveis comerciais.
• Ainda dá tempo de reduzir o IR a pagar em 2020. A Julia Wiltgen mostra como investimento em planos de previdência privada e até mesmo doações feitas ainda em 2019 podem reduzir a mordida do Leão.
CONTEÚDO PATROCINADO
• Se dar um gás nos seus investimentos está na sua meta de Ano Novo, essa promoção vem a calhar. A Empiricus cortou para R$ 5 ao mês algumas de suas assinaturas. Veja aqui a lista.
• De quanto dinheiro eu preciso para me aposentar cedo? Esse foi o tema da coluna de domingo de Rodolfo Amstalden.
• A JHSF Participações espera alcançar 5% do mercado de aviação executiva de SP em cinco anos. Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o CEO da companhia - que atua nos segmentos de incorporação, hotéis e restaurantes voltados para a "ultra alta renda" - conta os planos para 2020.
• O Itaú passou a deter 47,8% do capital social da PraValer, gestora do maior programa de crédito universitário privado do país.
• A Petrobras vendeu a sua fatia total de 6,07% na processadora de óleos vegetais Bioóleo e saiu do capital da empresa. A transação movimentou R$ 102,2 mil.
• A operadora de planos de saúde Hapvida vai pagar R$ 118 milhões em juros sobre capital próprio - R$ 0,15 por ação. Acionistas são tributados na fonte a uma alíquota de 15%.
• Em 2019, o Congresso alterou vetos do presidente Jair Bolsonaro em quase 30%. Se esse ritmo se mantiver, o volume de derrotas do Executivo no Legislativo caminha para um recorde, segundo levantamento do Estadão.
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
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Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
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Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?