Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Analisando as contas da estatal

Presidente da Petrobras admite 1º trimestre fraco, nega desmonte na empresa e promete notícias boas

Roberto Castello Branco também pontuou que, para ele, o lucro não é o fator mais importante no balanço da companhia

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
8 de maio de 2019
16:37
Roberto Castello Branco, presidente da Petrobas
Castello Branco prometeu resultados fortes para a Petrobras nos próximos mesesImagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou nesta quarta-feira, 8, em teleconferência com analistas que o resultado financeiro da empresa no primeiro trimestre não foi brilhante, mas "as notícias são boas em abril e no futuro". O lucro no período foi de R$ 4 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em sua fala de abertura da apresentação do balanço, o executivo destacou que a empresa reduziu o endividamento.

"Estamos alongando dívida e otimizando caixa para melhorar alocação de capital. Desde janeiro, começamos a implantar pilares estratégicos. Primeiros meses do ano foram ricos em desinvestimento", afirmou.

Castello Branco informou ainda que vai tentar melhorar o relacionamento com a comunidade financeira global, com a introdução de informações no balanço.

Disse também que "o grosso da redução de custo" virá da transformação digital e de processos. E que a empresa iniciou neste mês a implementação de EVA, que vai mensurar a performance de unidades operacionais e funcionários, para priorizar a meritocracia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lucro não importa

O presidente da estatal também pontuou que, para ele, o lucro não é o fator mais importante no balanço da Petrobras. O mais relevante, em sua opinião, é a geração de caixa.

Leia Também

"Lucro é variável contábil, não é relevante. O relevante é a geração de caixa, o mercado de capitais gostou do balanço", afirmou o executivo, acrescentando, em seguida, que "contabilidade é importante, mas não para decisões econômicas".

Durante a coletiva, Castello Branco ainda destacou que, em sua posse, antecipou que, em sua gestão, a empresa abandonaria monopólios do refino e do gás natural. "Avançaremos nessa posição de abandonar monopólio", disse.

Ele ainda informou que a empresa vai passar a divulgar os dados de produção a cada três meses, em linha com o modelo do mercado internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desmonte? Que nada!

Castello Branco chamou de "chavão" as afirmações de que sua administração estaria fazendo algum tipo de desmonte na Petrobras.

"Nós queremos que a Petrobras seja mais forte e saudável. Tem pessoas que dizem que estamos fazendo desmonte da Petrobras. É chavão. Companhia vai se tornar maior em bases mais fortes e saudáveis", disse.

O executivo voltou a defender o processo de desinvestimento e negou que empresas como a BR Distribuidora sejam uma joia para a Petrobras - cujo foco seria a exploração em águas profundas.

"A Petrobras não é a empresa que pode tirar o melhor proveito da BR. Explorar e produzir petróleo é diferente de vender combustível", afirmou, destacando que para vencer no segmento de distribuição é preciso ter uma série de habilidades no varejo que a petroleira não tem. Segundo Castello Branco, o retorno da BR à Petrobras é baixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Política de preço

Confrontado por jornalistas após a polêmica suspensão de um ajuste no diesel da estatal por causa de um pedido do presidente Jair Bolsonaro, Castello Branco voltou a defender que a companhia mantém a sua política de preços independente.

"A política de preços está clara. Subsidiar combustíveis já se revelou extremamente danoso, para Petrobras e Brasil", disse.

Ele defendeu também que uma mudança na política seria danosa ao setor, que está passando por um momento de forte atração de investimentos.

"Existe apetite das companhias do Brasil em disputar leilões". Defendeu também o preço do diesel, que estaria em patamares baixos mesmo com diversos "penduricalhos", como impostos elevados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda sobre o diesel, o executivo retomou às críticas ao que apontou ser responsável pelo confronto com os caminhoneiros: os incentivos elevados para a compra de caminhões.

"Problemas do Brasil com caminhoneiros foi expansão de crédito para frota, que se expandiu a taxas muito mais elevadas do que o crescimento do PIB. O tabelamento dos fretes acabou estimulando a integração, verticalização, do agro e isso piorou a situação. Muitas empresas criaram suas frotas de caminhões", disse.

Capex

Castello Branco voltou a falar sobre as dificuldades da empresa em formular um capex (investimento) que seja mais consistente.

"Existe de fato uma história de anunciar um dado valor e entregar menos. Olhei os números (do capex do início do ano) e fiquei surpreso. É previsto um investimento de US$ 16 bi e entregamos US$ 2 bi", disse. Ele argumentou, entretanto, que as projeções da empresa não são feitas por meio de "achismo".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alavancagem

A diretora Executiva de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras, Andrea Almeida, destacou que a meta de alavancagem, de alcançar dívida líquida sobre Ebitda de 1,5 vez, não muda diante das mudanças contábeis do IFRS 16, que entraram em vigor neste ano.

"O ponto mais relevante é que nossa meta de alavancagem não muda. Estamos comprometidos em alcançar o indicador de 1,5x", disse, durante a conferência com analistas para comentar os números do primeiro trimestre de 2019. Essa é a primeira participação da executiva desde que assumiu o posto.

O novo padrão tem efeito positivo sobre o Ebitda da empresa e afeta, basicamente, a forma como a companhia contabiliza arrendamentos, entre outros pontos. A executiva destacou ainda que tal mudança metodológica não vai afetar o fluxo de caixa.

O indicador de endividamento da Petrobras medido pela relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado atingiu 3,19 vezes em março de 2019, ante 2,34 vezes em dezembro e 3,52 vezes em março de 2018. Os dados consideram o novo padrão contábil IFRS16. Sem contar o novo padrão contábil, o indicador estaria em 2,37 vezes no fim de março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Extração

A diretora Financeira da Petrobras destacou que o custo de extração de petróleo da empresa deve cair nos próximos meses, com a entrada em operação de novas plataformas. Ela informou que, de janeiro a março, o custo de extração ficou em US$ 10,4 por barril.

No trimestre anterior, o custo foi de US$ 10,2 por barril. Mas, na comparação anual, houve uma melhora. De janeiro a março de 2018, o custo foi de US$ 11,5 por barril.

E o pré-sal?

O diretor executivo de Exploração e Produção da Petrobras, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, reforçou o foco estratégico da companhia na produção de petróleo no pré-sal e afirmou que a empresa conseguiu atingir uma produção recorde diário de 2,07 mi de BOE em abril apenas no segmento.

Ele destacou que o objetivo da empresa é atingir produção total de 2,8 mi de BOE, nível que já foi alcançado nas medições mais recentes, apesar da dificuldade esboçada na produção nos números no primeiro trimestre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pré-sal deve responder por 60% da produção total da Petrobras até o fim do ano, segundo disse o diretor. No primeiro trimestre do ano, essa participação chegou a 49%.

Com o crescimento da participação do pré-sal nos negócios totais, a perspectiva é de redução do custo de extração do petróleo e, portanto, de ganhos de margem.

Meta de produção

Apesar de uma produção da Petrobras considerada ruim até pelos executivos no primeiro trimestre deste ano, o diretor executivo de Exploração e Produção da empresa, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, deu sinalizações favoráveis para a produção neste ano.

A meta da empresa, segundo ele, é fechar 2019 com produção de 2,8 mi de barril de petróleo equivalente por dia, patamar que no início de maio já foi alcançado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Mantemos nossa estimativa de produção de 2,8 milhões de barris de óleo equivalente em 2019. No primeiro trimestre, tivemos algo próximo de 2,5 milhões. Já em abril, vimos o crescimento dessa produção para 2,6 milhões, mesmo patamar do quarto trimestre. Nos últimos 10 dias, ficamos em 2,7 milhões de barris de óleo equivalente. No mês de maio, estamos acima dos 2,8 milhões de barris. Esse é um número importante para nós", afirmou ele, durante conferência com analistas para comentar os números do primeiro trimestre.

Ao comentar os números, o executivo afirmou ainda que há uma importante perspectiva em nova província em Sergipe, "que tem óleo de qualidade".

A Petrobras produziu total de 2,460 milhões de barris por dia de petróleo e LGN no Brasil no primeiro trimestre deste ano, o que representa recuo de cerca de 5% em relação a igual intervalo do ano anterior. Na comparação aos três meses imediatamente anteriores, esse volume teve queda de 4%.

Apesar da diminuição da produção global, o volume extraído exclusivamente no pré-sal subiu 7% na comparação anual, para 1,036 milhão de barris por dia nessa área de produção. O volume mostrou ligeira redução de 1% na comparação com o fim de 2018.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mercado de diesel

Anelise Lara destacou a perda de participação de mercado da empresa no comércio de diesel, que passou de 85% para 84%, na comparação de 2018 com o primeiro trimestre deste ano. Segundo a diretora, o aumento da concorrência demonstra que a Petrobras está praticando preços de mercado.

Já no segmento de gasolina, o market share caiu de 84% para 81% desde o ano passado. A executiva informou ainda, em teleconferência com analistas de mercado, que o nível de utilização da capacidade das refinarias fechou o primeiro trimestre em 75%, menor do que em 2018 (76%).

De olho nos chineses

Castello Branco aproveitou a teleconferência para dizer que espera concluir em agosto os estudos que vão dar respaldo à formação de uma possível parceria com a chinesa CNPC. Vale lembrar que as duas empresas analisam uma sociedade no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e no campo de Marlim.

O executivo informou ainda que geólogos da empresa pesquisam províncias de petróleo e gás não convencionais, como em Israel, onde o presidente da República, Jair Bolsonaro, esteve neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Amigos, amigos. Negócios à parte", disse Castello Branco, ao tratar de uma possível aproximação de Israel com o Brasil, por interesse do presidente Bolsonaro.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE VOLTA À VITRINE

O pior ficou para trás? Lucro da C&A (CEAB3) dispara mais de 200% no 1T26, e ação lidera altas do Ibovespa

6 de maio de 2026 - 14:07

Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação

PRÉVIA DOS RESULTADOS

O duelo dos bancos digitais ficou mais difícil: Inter e Nubank encaram novo teste em 2026; veja o que esperar dos balanços do 1T26

6 de maio de 2026 - 13:12

Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?

REAÇÃO AO BALANÇO

O ‘efeito Itaú’: o que fez um bom balanço virar gatilho de queda para as ações ITUB4 no 1T26

6 de maio de 2026 - 12:07

Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado

A FÓRMULA DO ITAÚ

Itaú (ITUB4) dribla inadimplência outra vez — e CEO revela o ‘segredo’ para crescer sem perder a mão no crédito em 2026

6 de maio de 2026 - 11:08

Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

GPA (PCAR3) pode respirar aliviado: varejista aprova renegociação de dívidas, mas há um risco para os acionistas no futuro

6 de maio de 2026 - 9:46

Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro

TERMÔMETRO DO RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vira o jogo? Banco entra no 1T26 como a aposta da vez — e analistas revelam se vale a pena comprar as ações

6 de maio de 2026 - 7:22

Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026

REORGANIZANDO O CAIXA

Allos (ALOS3) recicla portfólio e mira shoppings que vendem mais

5 de maio de 2026 - 19:37

Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional

TEMPORADA DE RESULTADOS

Tenda (TEND3) mais do que dobra lucro no primeiro trimestre, enquanto Alea dá ‘sinais de vida’; veja os destaques do balanço

5 de maio de 2026 - 18:23

O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas

RESULTADO

Itaú Unibanco (ITUB4) entrega o esperado — e um pouco mais — na largada de 2026, com rentabilidade de quase 25% no 1T26

5 de maio de 2026 - 18:21

Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço

VAI PINGAR NA CONTA

Dividendos da Petrobras (PETR4) podem somar até US$ 2,3 bilhões no 1T26, diz Citi; estatal não é a única aposta do banco no setor

5 de maio de 2026 - 17:36

O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes

VOTO DE CONFIANÇA

IRB (IRBR3) respira: dividendo de volta e sinistralidade domada fazem ação ignorar lucro menor e subir mais de 3%

5 de maio de 2026 - 13:00

Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis

PODE ABRIR A LATINHA

Ambev (ABEV3) faz golaço nos resultados às vésperas da Copa do Mundo, e ações disparam; entenda os motivos da comemoração

5 de maio de 2026 - 12:20

A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados

NOVA PROMESSA DA BOLSA

BradSaúde (SAUD3) desembarca na B3: nova gigante da saúde estreia forte — e CEO já mira o que pode destravar valor daqui para frente

5 de maio de 2026 - 12:12

Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro

PRÉVIA DO BALANÇO

Nem o melhor da turma escapa: Itaú (ITUB4) deve ter resultado mais fraco no 1T26. Isso muda tese para as ações?

5 de maio de 2026 - 9:11

Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco

QUEM GANHA E QUEM PERDE

Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3), Cury (CURY3): o que esperar das construtoras no 1T26, segundo o Santander

5 de maio de 2026 - 9:07

O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços

FOCO NO ALICERCE

A estratégia por trás da venda da Telhanorte: dona da Quartzolit sai do balcão de vendas, mas segue no canteiro de obras

4 de maio de 2026 - 19:54

Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.

DO CASHBACK AO BITCOIN

Méliuz (CASH3) acelera recompra e aposta em Bitcoin para destravar valor — mercado ainda não comprou a tese?

4 de maio de 2026 - 19:39

Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista

FÔLEGO RENOVADO

O balão de oxigênio que a Kora Saúde (KRSA3) precisava acaba de ser entregue pela Justiça

4 de maio de 2026 - 19:25

Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão

BALANÇO

O teste de fogo da BradSaúde: nova gigante que substitui a Odontoprev (ODPV3) estreia com lucro de R$ 1,3 bilhão e ROE de 24% no 1T26

4 de maio de 2026 - 19:18

Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço

BALANÇO

O pior ficou para trás? Lucro da BB Seguridade (BBSE3) sobe 11,2% e chega a R$ 2,2 bilhões; confira os números do 1T26

4 de maio de 2026 - 18:45

No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia