O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após divulgar vídeo com conteúdo obsceno, governo se prepara para enfrentar desafios políticos no Congresso, mas vê desmobilização de apoiadores
O mercado financeiro voltou da pausa prolongada do carnaval com alguma pressão negativa nos ativos e maior aversão ao risco. O movimento não refletiu tanto o cenário externo, onde crescem as incertezas em relação à guerra comercial, e ecoa mais os ruídos políticos envolvendo a reforma da Previdência e o próprio presidente Jair Bolsonaro.
Essa percepção ficou mais nítida no movimento do dólar ontem, que fechou no maior nível do ano, acima da faixa de R$ 3,80, com os investidores buscando proteção (hedge) na moeda norte-americana às apostas otimistas montadas nos demais ativos, casa haja algum revés no andamento das novas regras para aposentadoria no Congresso.
De qualquer forma, o movimento ainda não significa que as perspectivas positivas se alteraram. Apenas sinaliza que os investidores estão menos otimistas - e mais cautelosos - com o ambiente político desafiador. Os novos ruídos envolvendo um “tuíte” do presidente provocaram desconforto, evidenciando inexperiência do novo governo (leia mais abaixo).
Assim, além da alta do dólar, o Ibovespa teve mais um dia de queda, enquanto os juros futuros abriram taxas. Essa acomodação/realização de lucros nos ativos locais tende a continuar, a não ser que surjam fatos novos (e positivos) na articulação da base política e/ou que o ambiente externo se sobreponha ao cenário local.
Por ora, porém, o sinal negativo prevalece no mercado internacional, o que tende a manter a pressão negativa sobre os negócios locais. As principais bolsas asiáticas encerraram a sessão majoritariamente em queda. A exceção ficou novamente com a Bolsa de Xangai, que subiu 0,14%, ainda sem registrar perdas nesta semana.
Tóquio e Hong Kong caíram, -0,65% e -0,90%, com o otimismo quanto ao progresso nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China em direção a um acordo começando a se esvair. Em Wall Street, os índices futuros das bolsas de Nova York exibem queda firme, após mais um pregão no vermelho, o que contamina a abertura do pregão europeu.
Leia Também
A ausência de detalhes em relação às trativas sino-americana elevam a incerteza sobre um acordo comercial e os temores em relação à desaceleração econômica global. Com isso, o dólar ganha força em relação às moedas rivais, em meio à busca por segurança. Já o rendimento dos bônus dos EUA recua, diante da maior demanda. O petróleo ensaia alta.
A agenda econômica desta quinta-feira traz como destaque a decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE), às 9h45. Não se espera mudanças na política monetária na região da moeda única, mas a expectativa é de que o presidente do BCE, Mario Draghi, sinalize novos estímulos à economia, durante a entrevista coletiva, a partir das 10h30.
Afinal, os recentes dados sobre a atividade mostram que a economia da zona do euro está em processo de desaceleração. Aliás, horas antes dos eventos envolvendo o BCE, às 7h, sai a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) dos países do bloco ao final de 2018. No fim do dia, é a vez do Japão divulgar os dados do PIB no quarto trimestre do ano passado.
Também à noite, são esperados os dados da balança comercial chinesa em fevereiro. Durante a manhã, nos EUA, serão conhecidos os pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país e os números revisados do custo da mão de obra e da produtividade no último trimestre de 2018. À tarde, é a vez do crédito ao consumidor norte-americano (17h).
O presidente Bolsonaro não reagiu bem às vaias e protestos contra ele durante os desfiles de rua no carnaval pelo país. A conta oficial do presidente no Twitter foi bastante usada durante os dias de folia para fazer postagens atacando artistas e jornalistas, além de publicar um “vídeo adulto” com conteúdo de acesso restringido.
A imprensa internacional repercutiu a publicação, que também foi comentada por analistas estrangeiros. Por mais que faça parte de uma “cartilha dos gurus digitais”, a tática comum de “causar” nas redes sociais deixou a opinião pública, no mínimo, incomodada. De quebra, Bolsonaro promoveu uma propaganda negativa da maior festa popular do país.
Na mesma rede social, saltaram os pedidos dos internautas pelo impeachment do presidente, recorrendo ao um trecho da Constituição, que diz que o processo pode ter início se o mandatário “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”. Porém, isso não significa que haja, de fato, base legal, para o processo.
Mas não restam dúvidas de que o presidente deu início a uma nova crise em seu governo, o que pode dificultar ainda mais o já paralisado andamento da agenda de reformas no Congresso. Afinal, era melhor que o presidente tivesse postando um vídeo a favor das novas regras para aposentadoria.
Agora, a aprovação da nova Previdência pode custar caro e Bolsonaro pode se ver obrigado a exercer manobras da “velha política”, negociando cargos e promovendo troca de favores, para conseguir passar a reforma na Câmara e no Senado. Mesmo assim, esse toma-lá-dá-cá não deve impedir uma “desidratação” do texto original. A conferir.
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)
O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos
Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais
Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11
O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual
Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil
Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda
Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco
O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado
Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora