🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Ata do Copom e reforma da Previdência entram no radar

Guerra comercial continua fazendo estrago entre os ativos de risco no exterior, mas mercados domésticos também estão atentos a questões internas

Olivia Bulla
Olivia Bulla
6 de agosto de 2019
5:32 - atualizado às 9:44
No exterior, mercados ensaiam melhora após o comportamento mais tranquilo do yuan

O mercado internacional continua sofrendo com os efeitos da escalada da guerra comercial, depois que a China resolveu entrar na briga contra os Estados Unidos (leia mais abaixo). Mas as atenções locais se voltam para Brasília, onde a Câmara retoma as discussões sobre a reforma da Previdência, a partir das 13h. A votação deve ser concluída ainda nesta semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ampla margem para aprovação obtida na primeira rodada (379 votos a favor, contra um mínimo necessário de 308), em julho, reduz as chances de surpresas desagradáveis no segundo turno. Ainda mais após a articulação com os líderes partidários. A expectativa é de que o texto passe com folga entre os deputados, sendo, então, encaminhado ao Senado.

Ainda assim, os investidores estarão atentos a eventuais alterações de última hora na proposta a ser aprovada em plenário. O temor é de que haja redução na economia a ser gerada aos cofres públicos, em torno de R$ 900 bilhões em dez anos. O maior risco recai no novo cálculo da pensão por morte, que estabelece corte para 60% do valor recebido.

A oposição tenta retirar do texto essa regra aprovada no primeiro turno, o que traria um impacto fiscal de R$ 130 bilhões a menos no regime geral. Mas o governo quer manter a íntegra da PEC já votada. Já no Senado, espera-se a reinclusão dos estados e municípios no texto, o que pode acontecer durante as sessões nas comissões.

Próximas cenas

A expectativa é de que a questão sobre as novas regras para aposentadoria seja encerrada no Congresso até o mês que vem, abrindo caminho para a discussão de novas pautas, como a reforma tributária e o pacto federativo. Mas ainda não se sabe se as recentes polêmicas envolvendo o presidente Jair Bolsonaro, que reinou sozinho no noticiário durante o recesso parlamentar, irá prejudicar a tramitação da agenda econômica no Legislativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já no front puramente macro, merece atenção a ata da reunião de julho do Comitê de Política (Copom), principal destaque da agenda econômica do dia. O documento será divulgado logo cedo (8h) e pode lançar luz sobre o tamanho do ciclo de cortes na taxa básica de juros, após a queda de 0,50 ponto porcentual na semana passada.

Leia Também

As estimativas situam a Selic entre 5,25% e 4,75% no fim do ano, o que indica queda adicional de até 1,25 pp até dezembro. Mas ainda não se sabe se há espaço para um ajuste dessa magnitude, em meio à piora da cena externa. Com isso, a ata pode vir com validade vencida, caso não esteja atualizada quanto à recente deterioração da guerra comercial.

Já no exterior, o calendário do dia traz como destaque apenas o relatório Jolts sobre as vagas de emprego disponíveis nos EUA (11h). Aliás, a fraca agenda econômica e a ausência de outros drivers deixa o mercado global refém da disputa entre as duas maiores economias do mundo, que entrou em uma nova fase neste mês.

Duelo de gigantes

Depois que a China resolveu responder à ameaça tarifária de Donald Trump, intensificando a guerra comercial com os EUA, os investidores elevaram a preocupação quanto a um conflito prolongado e os impactos na economia global. A retaliação de Pequim ontem levou o Tesouro norte-americano a rotular o país, simbolicamente, como “manipulador de moeda”, pela primeira vez desde 1994, abrindo espaço para novas sanções contra a China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trata-se de apenas mais uma carta na mesa na disputa entre os dois países, com os potenciais efeitos desse “selo” sendo apenas uma sombra na guerra já em curso. Relatos na imprensa chinesa dão conta de que o presidente Xi Jinping irá rejeitar qualquer acordo que mantenha tarifas punitivas aos produtos do país ou force Pequim a fazer concessões em questões-chave.

Há também um sentimento crescente de desconfiança por parte da China em Trump, tornando improvável um acordo antes da eleição presidencial nos EUA, em 2020. Afinal, muitos dos eleitores do republicano vem criticando a tarifação contra a China, sendo que a suspensão da compra de produtos agrícolas pode prejudicar Trump em regiões estratégicas para sua reeleição. Trata-se de apenas uma arma que Pequim tem em mãos.

A desvalorização do renminbi era uma das principais respostas já esperadas à tensão comercial e deixar a moeda local se enfraquecer em relação ao dólar, rompendo a barreira dos 7 yuans por dólar pela primeira vez desde 2008, sugere que Pequim não irá se curvar ao “truque” comercial. Assim, a China parece estar se preparando para o pior na guerra, desistindo da postura diplomática branda e abandonando as esperanças de um acordo.

Mercados ensaiam melhora

Em contrapartida, a Casa Branca irá se unir ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para eliminar as injustas vantagens competitivas criadas pela China por meio da desvalorização do renminbi. Logo após esse anúncio, ontem à noite, os índices futuros das bolsas de Nova York passaram a apontar perdas de mais de 1%, hora depois de Wall Street amargar a pior sessão do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta manhã, porém, os índices futuros passaram a ensaiar ganhos, em uma tentativa de recuperação das fortes perdas da véspera. Na Ásia, as principais bolsas da região também reduziram as quedas mais acentuadas registradas durante a sessão e fecharam com perdas moderadas. Xangai liderou o movimento, com -1,6%. As bolsas europeias também tentam se firmar no campo positivo, após uma abertura no vermelho. Já o petróleo avança.

O movimento de melhora nos mercados reflete, em parte, a decisão do Banco Central chinês (PBoC) de fixar uma taxa de referência do yuan mais alta que o esperado, um dia após a autoridade monetária ter permitido um valor acima de 6,90 pela primeira vez desde dezembro. Nas negociações offshore, o dólar valia 7,0562 yuans. A moeda norte-americana, aliás, tenta recuperar terreno em relação aos rivais.

Esse movimento no exterior pode aliviar a pressão no mercado doméstico, um dia após o Ibovespa atingir o menor nível desde o fim de junho, perdendo momentaneamente a marca dos 100 mil pontos. O mesmo alívio deve ser visto nos negócios com dólar, que encerrou a sessão de ontem acima de R$ 3,95, no maior valor desde o fim de maio, respingando nos juros futuros. Hoje, deve haver um pullback. A conferir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar