O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Relatos conflitantes de que Pequim poderia antecipar retorno e de que a Casa Branca busca um acordo parcial elevam vaivém no mercado financeiro
Estados Unidos e China reúnem-se a partir de hoje para tratar da questão comercial, pela décima terceira vez desde que a disputa tarifária começou, no início do ano passado. De lá para cá, as idas e vindas nas negociações entre as duas maiores economias do mundo só adiaram um desfecho, deixando os mercados cada vez mais sensíveis ao tema.
Ontem à noite, a notícia de que a delegação chinesa teria antecipado o retorno para Pequim, encurtando a estadia em Washington, causou forte vaivém nos ativos financeiros. Apesar do desmentido, a ausência de progresso nos preparativos para a rodada de negociações em alto nível com os EUA minou as esperanças por um acordo mais amplo.
Tampouco se sabe se procedem informações de que a Casa Branca planeja um pacto cambial com a China, como parte de um acordo mais amplo, pois o assunto já foi colocado à mesa em fevereiro e, depois, abandonado. Fala-se também sobre a possibilidade de os EUA autorizarem empresas norte-americanas de fazerem negócios com a chinesa Huawei.
O mais provável ainda é que apenas questões paliativas, como àquelas ligadas a compra de produtos agrícolas, sejam discutidas, em meio a negociações programadas até amanhã à noite. Temas relacionados à propriedade intelectual e à transferência de tecnologia, além dos subsídios do governo chinês a empresas estatais, nem devem ser tratados.
Com isso, crescem as chances de as tarifas dos EUA sobre US$ 250 bilhões de produtos chineses subir de 25% para 30% na próxima terça-feira. Um imposto adicional de 15% sobre outros US$ 160 bilhões de mercadorias feitas na China deve entrar em vigor às vésperas do Natal. Mas há quem diga que o governo Trump pode suspender a taxação...
Em meio a tantos relatos conflitantes, os investidores não sabem o que esperar do encontro, o que eleva a volatilidade dos negócios, que ficam sem um rumo definido. Os mercados estão preparados para mais notícias confusas sobre as negociações entre EUA e China ao longo dos próximos dias, o que tende a reduzir a exposição ao risco.
Leia Também
Com isso, enquanto as bolsas asiáticas apagaram as quedas, diante de sinais de suavização na guerra comercial, os índices futuros das bolsas de Nova York e as bolsas europeias seguem no vermelho. Entre as moedas, o yuan chinês (renminbi) se fortalece em com relatos de um acordo parcial, ao passo que o euro ganha terreno em relação ao dólar.
Aliás, a moeda norte-americana têm fortes perdas em relação às demais moedas rivais, com destaque também para os ganhos do xará australiano. Já o petróleo recua, mas o minério de ferro subiu quase 3%. O ouro também avança, juntamente com o juro projetado pelos títulos norte-americanos (Treasuries).
Por aqui, os investidores devem comemorar a aprovação da divisão de recursos entre estados e municípios sobre o excedente de petróleo da camada pré-sal ontem na Câmara. A medida não só abre caminho para o megaleilão, em 6 de novembro, como também para a votação, em segundo turno, da reforma da Previdência no Senado, antes do fim do mês.
O governo espera arrecadar R$ 106,5 bilhões com o megaleilão de petróleo e economizar perto de R$ 800 bilhões com as novas regras para aposentadoria. A proposta sobre a distribuição de recursos do pré-sal segue agora para o Senado, onde deve ser apreciada antes da Previdência.
Com o avanço da pauta econômica no Congresso, o mercado doméstico ignora os ruídos envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o PSL. Porém, se confirmada a possibilidade de o presidente sair do partido, pode haver algum impacto nos ativos locais, já que se trata da maior bancada na Câmara, o que pode dificultar o andamento de outro projetos do governo.
A agenda econômica desta quinta-feira traz como destaque, no Brasil, o desempenho do varejo em agosto. A expectativa é de crescimento nas vendas em base mensal, de +0,2%, na quarta alta seguida, e no confronto anual (+2,00%), somando cinco resultados positivos consecutivos. Os números efetivos serão conhecidos às 9h.
No mesmo horário, sai um nova estimativa para a safra agrícola neste ano e, antes, às 8h, é a vez da primeira prévia deste mês do IGP-M. Já no exterior, destaque para o índice de preços ao consumidor nos Estado Unidos (CPI) em setembro, às 9h30. No mesmo horário, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país.
A previsão é de que a inflação no varejo norte-americano continue mostrando um cenário benigno. E em uma economia que começa a sentir os primeiros sinais da desaceleração da atividade global, ter a inflação comportada pode deixar o Federal Reserve mais confortável em promover novos cortes na taxa de juros.
O problema é que os bancos centrais no mundo estão gastando artilharia e podem ficar sem munição quando for preciso agir para evitar um cenário recessivo. Tanto o Fed quanto o Banco Central Europeu (BCE) vêm alertando sobre isso. Aliás, o BCE publica hoje (8h30) a ata da última reunião de política monetária, quando anunciou estímulos adicionais, mas também jogou a bola para a política fiscal - e a necessidade de elevar os gastos públicos.
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA