O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa viu suas ações serem negociadas abaixo de US$ 1 pela primeira vez desde que começaram a ser negociadas na Bolsa de Nova York, em 1929
Camisa não ganha jogo, já diz a velha máxima do futebol – e que se aplica com perfeição ao mercado financeiro. Que o diga a varejista americana J.C. Penney, que nesta semana entrou na nada honrosa categoria de "penny stock" – sem trocadilho.
A empresa que até 2005 era dona da brasileira Lojas Renner viu suas ações ficarem abaixo de US$ 1 pela primeira vez desde que começaram a ser negociadas na Bolsa de Nova York (Nyse), em 1929.
Com prejuízos sucessivos e várias trocas de presidentes, a J.C. Penney segue à risca o roteiro rito das empresas problemáticas. Só neste ano, a varejista perdeu quase 70% do valor de mercado. Mas as dificuldades da companhia vêm de muito mais tempo.
A empresa ainda é um gigante do varejo tradicional, com uma rede de 860 lojas. Mas acumula US$ 4 bilhões em dívidas e não é lucrativa desde 2010, de acordo com a CNN Business. Só no terceiro trimestre deste ano, o prejuízo da companhia foi de US$ 151 milhões.
Na longa lista de decisões erradas tomadas pela J.C. Penney, uma delas certamente foi a venda da Lojas Renner, pelo menos quando se olha para os números. A empresa adquiriu o controle da rede de varejo de moda brasileira em 1998, mas decidiu se desfazer do negócio sete anos depois para se concentrar no mercado americano.
O modelo de saída foi inusitado para os padrões brasileiros da época. Em vez de arrumar um comprador, a J.C. Penney vendeu as ações em uma oferta na bolsa, por R$ 775 milhões. Com a operação, a Renner se tornou a primeira empresa com capital pulverizado na B3 (antiga Bovespa).
Leia Também
Depois de 13 anos, a situação das empresas não poderia ser mais distinta. Enquanto a Lojas Renner vale R$ 29,5 bilhões na bolsa, a ex-controladora é avaliada por aproximadamente US$ 320 milhões na Nyse (aproximadamente R$ 1,250 bilhão, nas cotações atuais do dólar).
A alternativa de venda na bolsa pode ser a solução do Pão de Açúcar para a venda de sua participação na Via Varejo, dona das Casas Bahia e Ponto Frio. O primeiro lote de venda de ações da companhia aconteceu hoje na B3 e movimentou R$ 225 milhões.
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa