O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com o periódico, o piloto Mark Forkner teria reclamado que o sistema conhecido como MCAS, na sigla em inglês, o teria deixado em apuros dois anos antes dos acidentes que tiraram a vida de várias pessoas
Após os acidentes graves envolvendo aviões 737 Max 8 da Boeing, a companhia se viu diante de maus lençóis. E a situação da empresa pode piorar ainda mais agora que novas informações foram divulgadas sobre o tema. Segundo publicação do jornal The New York Times de hoje (18), um piloto da Boeing relatou em novembro de 2016 que o sistema automático da aeronave em questão estaria tornando o avião difícil de controlar, durante as simulações de voo.
As informações, que foram publicadas primeiro pela Reuters, sugerem que a fabricante de aeronaves pode ter "enganado" a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos sobre um sistema de segurança essencial no 737 Max 8. Após a divulgação da notícia, as ações da Boeing terminaram o pregão desta sexta-feira cotadas em US$ 344, uma queda de 7%.
De acordo com o periódico, o piloto Mark Forkner teria reclamado que o sistema conhecido como MCAS, na sigla em inglês, o teria deixado em apuros dois anos antes dos acidentes que tiraram a vida de várias pessoas.
Em uma das trocas de mensagem que fez com um colega, o piloto em questão chegou a dizer que "ela [a aeronave] estava correndo de forma desenfreada no simulador".
"É verdade que eu sou péssimo em voar, mas isso foi terrivelmente ruim", continuou ele, de acordo com uma transcrição feita e revisada pela publicação norte-americana.
A FAA disse que considerou as mensagens preocupantes e que "está revisando essas informações para determinar que ação é apropriada a ser tomada".
Leia Também
A FAA reiterou que está "seguindo um processo completo, e não uma linha do tempo prescrita, para devolver o Boeing 737 MAX ao serviço. A agência irá retirar a ordem de suspensão somente depois de determinarmos que a aeronave está segura".
Ao ser questionada pelos jornais, a Boeing não respondeu até a publicação da reportagem.
Ao apresentar os resultados do segundo trimestre deste ano, a companhia mostrou que uma boa parte das suas perdas até o período foi atrelada à crise do 737 Max 8.
Em seu último balanço, a Boeing registrou um prejuízo líquido de US$ 2,9 bilhões entre abril e junho deste ano — o pior resultado trimestral da história da companhia. No mesmo período do ano passado, a empresa teve lucro de US$ 2,2 bilhões.
Logo após as tragédias envolvendo os voos da Ethiopian e da Lion Air, diversos órgãos reguladores nacionais recomendaram a suspensão do uso dessas aeronaves por parte das companhias aéreas — e essa situação trouxe fortes impactos à carteira de pedidos da Boeing.
Enquanto trabalhava para provar aos clientes que o 737 8 Max era seguro, a fabricante de aeronaves fez uma provisão de US$ 4,9 bilhões nos resultados do último trimestre para suportar os impactos negativos dessa crise.
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos