O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Duas forças opostas influenciam os mercados brasileiros nesta terça-feira (3): por um lado, o resultado do PIB do país no trimestre é bem recebido pelos agentes financeiros, mas, por outro, o tom negativo dos ativos globais traz cautela aos investidores. E essa dualidade dá um certo viés de neutralidade ao Ibovespa.
Por volta de 17h25, o principal índice da bolsa brasileira operava em leve alta de 0,04%, aos 108.974,83 pontos — desde o início do dia, o Ibovespa oscilou entre os 108.190,46 pontos (-0,68%) e os 109.197,77 pontos (+0,25%).
O dólar à vista, por outro lado, teve um dia bastante tranquilo: a moeda americana passou a maior parte da sessão em baixa, encerrando em queda de 0,15%, a R$ 4,2056 — lá fora, o mercado de câmbio não apresentou uma tendência única.
O grande tema de influência para os mercados globais nesta terça-feira é o reaquecimento da guerra comercial: o presidente dos EUA, Donald Trump, tem assumido uma postura mais agressiva nos últimos dias e sinalizado que um acerto com a China pode demorar mais que o esperado.
Mais cedo, Trump disse em entrevista que não há previsão para o término da guerra comercial com os chineses, afirmando ainda que talvez seja melhor esperar até as eleições de 2020 para chegar a um consenso. A declaração não foi bem recebida pelos investidores, embora essa retórica de "aproximação e afastamento" seja característica do republicano.
Além disso, o presidente dos EUA fez ameaças à França, sinalizando com a possibilidade de sobretaxas todas às importações do país – uma quantia de cerca de US$ 2,4 bilhões em produtos. Vale lembrar que, ontem, Trump anuncia a taxação das importações de aço e alumínio da Argentina e Brasil.
Leia Também
Esse acirramento nos ânimos faz as bolsas americanas operarem em queda firme nesta manhã: o Dow Jones cai 1,20%, o S&P 500 recua 0,86% e o Nasdaq tem perda de 0,85%. Na Europa, o tom das principais praças acionárias também foi negativo.
Os mercados domésticos repercutem o crescimento de 0,6% do PIB brasileiro no terceiro trimestre, resultado ligeiramente superior às expectativas dos analistas, de expansão de 0,5%. O dado reforça a crença de que a economia local começa a dar sinais de recuperação, ainda que tímidos – fator que já é suficiente para animar os investidores.
Os dados do PIB, assim, servem para amortecer a cautela vinda do exterior. Por mais que o Ibovespa não tenha conseguido se manter em terreno positivo, o índice brasileiro apresenta um desempenho bem menos negativo que as bolsas americanas.
Por mais que os sinais de fortalecimento econômico emitidos pelo resultado do PIB no terceiro trimestre impliquem, teoricamente, numa menor necessidade de cortes na Selic para estimular a atividade doméstica, as curvas de juros fecharam em baixa nesta terça-feira.
Os DIs aproveitaram o tom negativo do dólar à vista e passaram por um movimento de correção das altas recentes. Veja abaixo como se comportaram as principais curvas:
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro