🔴 CHEGOU O DIA DE CONTAR COM ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ PARA INVESTIR EM CRIPTO – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Com o fôlego em dia

Nadando contra a maré: Ibovespa destoa do exterior, fecha em alta e recupera os 105 mil pontos

O noticiário mais favorável no front doméstico neutralizou o tom defensivo visto lá fora, em meio às instabilidades da cena política americana, dando impulso ao Ibovespa

Pessoa nadando
O Ibovespa não se intimidou com o tom negativo das bolsas americanas e nadou até o nível dos 105 mil pontosImagem: Todd Quackenbush / Unsplash

A correnteza não esteve a favor do Ibovespa nesta quinta-feira (26). As águas dos mercados globais até começaram o dia mais calmas, mas, ainda durante a manhã, a maré virou — e as bolsas americanas passaram a cair em bloco. Mas, desta vez, o índice brasileiro não se deixou levar pelo fluxo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • O Melhor Curso de Análise Gráfica está com INSCRIÇÕES ABERTAS. Vagas exclusivas e promocionais para leitores Seu Dinheiro, apenas por este link.

Contrariando o tom negativo visto lá fora, a bolsa local conseguiu se sustentar no campo positivo. Mas engana-se quem pensa que o Ibovespa ficou satisfeito em se segurar no lugar: o índice mostrou que está com o fôlego em dia, terminando o dia em alta de 0,80%, aos 105.319,40 pontos.

Essa é a primeira vez desde 11 de julho que o Ibovespa consegue fechar um pregão acima do nível dos 105 mil pontos — agora, o índice está a um triz do recorde histórico de encerramento, aos 105.817,03 pontos. Na semana, a bolsa brasileira acumula ganho de 0,48% e, no mês, de 4,14%.

[captacao]

O Ibovespa, assim, nadou contra a maré, já que, nos Estados Unidos, o Dow Jones (-0,30%), o S&P 500 (-0,24%) e o Nasdaq (-0,58%) terminaram o dia em queda — por lá, as instabilidades no cenário político americano e as incertezas no front da guerra comercial acabaram mexendo com o fluxo das águas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o dólar à vista não conseguiu nadar no mesmo ritmo do mercado acionário: a moeda americana fechou em leve alta de 0,18%, a R$ 4,1623 — mais cedo, a divisa chegou a cair 0,78%, a R$ 4,1224. No exterior, a sessão foi marcada por um certo viés de estabilidade do dólar em relação aos ativos de países emergentes.

Leia Também

FOME RENOVADA

TRXF11 coloca maior centro de distribuição do Mercado Livre (MELI34) na carteira por R$ 250 milhões — mas volta atrás em outro negócio

'NÃO É HORA DE VENDER'

Ibovespa a 240 mil pontos? Inter explica por que ainda vê espaço para a bolsa subir

E o que explica essa diferença de desempenho entre o Ibovespa e os índices acionários de Nova York? A resposta está no noticiário local, recheado de elementos que trouxeram otimismo aos agentes financeiros domésticos — e que, assim, neutralizou a cautela vista lá fora.

Por aqui, destaque para o fechamento de um acordo entre o governo e o Congresso para priorizar diversas pautas econômicas defendidas pela administração Bolsonaro. Entre outros pontos, o acerto garante a realização do megaleilão do pré-sal em novembro, o que tende a reforçar as contas do Orçamento do país nesse ano.

"A notícia melhorou o humor dos mercados por sinalizar maior agilidade no lado econômico", diz um economista, ponderando que o leilão do pré-sal tende a atrair um volume considerável de recursos externos ao país — perspectiva que pode ajudar a conter a disparada do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, os agentes financeiros também repercutiram o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) do Banco Central (BC), divulgado nesta manhã. No documento, a autoridade monetária elevou a projeção de crescimento do PIB neste ano, de 0,8% para 0,9%, e mostrou uma perspectiva de inflação sob controle nos próximos anos.

Tais fatores elevaram a percepção de que a economia local começa a ganhar tração, ao mesmo tempo que reforçaram o cenário de mais cortes de juros por parte do BC — na semana passada, a instituição promoveu mais um ajuste negativo de 0,5 ponto na Selic, levando-a a um novo piso histórico de 5,5% ao ano.

Correnteza forte

Lá fora, contudo, os agentes financeiros optaram por adotar uma postura mais defensiva, reduzindo a exposição ao risco. As incertezas relacionadas à abertura de um pedido de impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a nebulosidade nas negociações comerciais entre Washington e Pequim, acabaram inspirando cautela às operações no exterior.

"No momento, eu não vejo nenhum grande risco de o Trump sofrer um impeachment, me parece ser mais uma estratégia do partido Democrata para fazer barulho contra a imagem dele", diz o economista, ressaltando que, independente das eventuais intenções, o noticiário acabou gerando ruído e trazendo precaução às negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto à guerra comercial, os mais recentes desdobramentos até trouxeram indicações positivas aos mercados, já que o governo chinês afirmou mais cedo que as empresas locais concordaram em comprar "grandes volumes" de soja e de carne de porco dos EUA.

No entanto, com a nova rodada formal de negociações entre os dois países marcada para o início de outubro, os agentes financeiros preferiram não se animar demais com o noticiário. Afinal, caso não seja atingido nenhum tipo de acordo nesse encontro, a perspectiva é de piora nas relações entre americanos e chineses.

Vale lembrar que o governo americano pretende elevar ainda mais as sobretaxas que incidem sobre as importações chinesas em 15 de outubro. Assim, por mais que o noticiário de hoje traga elementos que sinalizem um alívio, o cenário global continuou bastante tenso.

Nado livre nos juros

O tom mais comportado do dólar à vista, somado às indicações emitidas pelo BC no Relatório de Inflação, fizeram com que as curvas de juros terminassem o dia em ligeira, tanto na ponta curta quanto na longa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os DIs com vencimento em janeiro de 2021 recuaram de 5,00% para 4,98%, e os para janeiro de 2023 caíram de 6,12% para 6,09%. No vértice mais extenso, as curvas para janeiro de 2025 foram de 6,73% para 6,70%.

Pés de pato

O bom desempenho das ações da Petrobras e do setor bancário foi fundamental para dar impulso ao Ibovespa num dia de exterior negativo. Os papéis PN da estatal (PETR4) fecharam em alta de 1,32% e os ONs (PETR3) subiram 0,83%, reagindo ao noticiário referente ao leilão do pré-sal.

Entre os bancos, destaque para Itaú Unibanco PN (ITUB4), que avançou 2,88% e teve o melhor desempenho do índice. Ainda no setor, Bradesco PN (BBDC4) teve ganho de 1,44%, Banco do Brasil ON (BBAS3) terminou em alta de 0,37% e as units do Santander Brasil (SANB11) subiram 1,12%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo com gráficos e correntes, Bruno Marques, gestor de multimercados macro da XP Asset, aparece em primeiro plano. Ele usa camisa azul clara e malha azul marinho. Do lado esquerdo, a pergunta: Juros vão travar a bolsa? 16 de outubro de 2026 - 12:17
renda fixa selic 15 de outubro de 2026 - 18:07
fii fundo imobiliario lajes corporativas escritorios 15 de outubro de 2026 - 17:30
ETF, sigla para Exchange Traded Funds (no português, fundos de índice) e moedas para representar o investimento nesses ativos 15 de outubro de 2026 - 12:45
Posto da Petrobras (PETR4) ao lado de uma bandeira do Brasil 14 de outubro de 2026 - 16:27
Fiagro da Itaú Asset (RURA11), agronegócio, CRA, dividendos. 14 de outubro de 2026 - 11:58
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 13 de outubro de 2026 - 13:02
Estátua de garota em frente ao touro de Wall Street 12 de outubro de 2026 - 17:10
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 10 de outubro de 2026 - 11:25
Blocos mostrando as siglas IPCA e Selic, referindo-se à inflação e à taxa básica de juros 9 de outubro de 2026 - 12:43
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar