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A primeira unidade foi inaugurada no estacionamento de um Pão de Açúcar, em São Paulo, em local estratégico que combina alto fluxo de pessoas e público alinhado à marca

Com mais de 400 unidades em operação pelo país, a Pure Pilates decidiu mudar a forma como cresce. Em vez de abrir estúdios tradicionais, a rede de franquias começou a testar unidades instaladas em containers, posicionadas em locais de grande circulação, como estacionamentos de supermercados e centros comerciais.
A ideia é simples: em vez de esperar o cliente ir até o pilates, levar o pilates até onde o cliente já está.
A primeira unidade nesse formato foi aberta no estacionamento de uma loja do Pão de Açúcar, na cidade de São Paulo. O local não foi escolhido por acaso — reúne fluxo constante de pessoas e um perfil de público alinhado ao da marca.
“O supermercado se tornou um polo de conveniência e serviços, e integrar o pilates a esse ambiente aproxima ainda mais o bem-estar da rotina das pessoas”, afirma Roberto Perfeito Serroni, diretor de expansão da rede.
“Hoje as pessoas procuram soluções que se encaixem na rotina. Estar em locais como supermercados, centros comerciais e postos de combustível reduz a fricção de acesso ao pilates.”
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No primeiro mês de operação, iniciado em março, a unidade registrou 10 alunos fixos, 40 aulas experimentais agendadas e 450 check-ins via Wellhub.
Um dos principais gargalos para quem quer abrir uma franquia é encontrar e negociar um ponto comercial. No modelo de container, essa etapa praticamente desaparece.
“Quando o ponto já está definido dentro de uma parceria estratégica, o tempo entre a decisão de investimento e a abertura da unidade diminui significativamente”, diz Serroni. “Isso traz mais previsibilidade para o franqueado e acelera o ritmo de crescimento da rede.”
A empresa afirma já ter aval para projetos semelhantes com outras varejistas, o que pode destravar a expansão sem depender tanto da disponibilidade de imóveis.
Os estúdios em container são compactos, com cerca de 36 metros quadrados, mas seguem o mesmo modelo das unidades tradicionais. As aulas continuam com duração de 55 minutos e até quatro alunos por turma.
“Mantemos turmas reduzidas e atendimento personalizado, o que sustenta o ticket médio e garante alta recorrência de alunos”, afirma o executivo.
O formato também abre espaço para crescer em cidades menores. Com menos necessidade de investimento e estrutura, a rede passa a olhar para municípios com até 100 mil habitantes.
Nesses lugares, a lógica é a mesma: ocupar pontos que concentram movimento, como supermercados e centros comerciais, que acabam funcionando como hubs locais.
Para escalar o modelo, a rede depende diretamente de acordos com grandes varejistas. A proposta não é só alugar um espaço, mas integrar o estúdio ao conjunto de serviços oferecidos nesses locais.
“Essas parcerias mostram que o varejo entende o valor de incorporar serviços de bem-estar ao seu ambiente. Para nós, significa acesso a novos mercados com muito mais velocidade e escala”, afirma Serroni.
A empresa já traçou metas: cinco unidades de container em 2026, dez em 2027 e 30 até 2028.
Embora o investimento inicial no modelo em container seja maior — cerca de R$ 230 mil, ante aproximadamente R$ 135 mil no formato padrão —, a Pure Pilates argumenta que a conta precisa ser analisada no longo prazo.
Segundo a empresa, a principal diferença está na estrutura de custos: ao eliminar despesas recorrentes com aluguel, o modelo tende a se pagar em cerca de três anos.
Além disso, ao fim desse período, o franqueado fica com um ativo próprio, e não com um ponto alugado. Considerando contratos típicos de locação de cinco anos, a empresa avalia que o modelo em container pode se tornar mais econômico ao longo do tempo, apesar do desembolso inicial mais elevado.
Atualmente a empresa atende cerca de 16 mil alunos ativos e tem faturamento anual superior a R$ 100 milhões. A meta é alcançar 500 unidades (juntando ambos modelos) até o fim de 2026.
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