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Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país
Teria sido o "roubo do século" no Uruguai. O comentário foi feito há alguns dias por Carlos Negro, ministro de Interior de um país conhecido pela tranquilidade. A ação tinha contornos cinematográficos e personagens conhecidos do público brasileiro, como membros do PCC e pelo menos um participante do assalto ao Banco Central em Fortaleza.
Para quem não se lembra do episódio de pouco mais de 20 anos atrás, uma quadrilha invadiu a caixa-forte da sede do Banco Central na capital cearense na madrugada de 6 de agosto de 2005, um sábado.
Sem disparar nenhum tiro nem acionar alarmes, os bandidos levaram quase R$ 165 milhões em dinheiro. O roubo foi percebido somente na manhã da segunda-feira, quando os ladrões já estavam longe.
A ação criminosa contou com a participação de mais de cem pessoas. A polícia levou um bom tempo para chegar aos principais suspeitos em uma investigação que, embora tenha resultado em pelo menos 24 absolvições, terminou com a condenação e posterior prisão de dezenas de participantes — muitos deles já soltos.
Entretanto, a maior parte do dinheiro roubado (mais de R$ 100 milhões) nunca foi recuperada. Até hoje, o crime é considerado o maior furto da história do Brasil, ao menos em dinheiro vivo. Em 2011, a história foi transformada no filme Assalto ao Banco Central, dirigido por Marcos Paulo e estrelado por Milhem Cortaz.
A diferença entre os casos brasileiro e uruguaio é que o crime no país vizinho foi impedido antes de sua execução.
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Onze suspeitos foram presos na semana passada em Montevidéu e agora respondem por associação criminosa, tentativa de assalto e tráfico de drogas.
O grupo era formado por oito homens e três mulheres. Entre eles havia cinco brasileiros, quatro uruguaios e dois paraguaios.
Autoridades uruguaias investigavam o bando desde setembro de 2025. A atenção das autoridades foi chamada por uma denúncia anônima. O alerta levou a polícia a monitorar o movimento de uma casa alugada na Cidade Velha de Montevidéu.
A operação contra os criminosos ocorreu no início de fevereiro de 2026.
No local, a polícia apreendeu dois veículos, um drone, pás, picaretas, roupas utilizadas em trabalhos de construção, câmeras de vigilância e dinheiro vivo: 30 mil pesos uruguaios, US$ 800 e R$ 37 mil. Foram apreendidos ainda 113 kg de maconha e 42 kg de cocaína.
Os policiais também encontraram ali outros materiais usados no planejamento do crime e um ponto de escavação que levava a um túnel que teria como objetivo o acesso à rede de esgoto de uma agência do Banco de la República situado nas proximidades.
O Banco de la República é a maior instituição financeira do Uruguai. Quando a quadrilha foi desmantelada, o túnel já tinha 300 metros de extensão.
No entanto, a polícia não informou quanto faltava para que os criminosos chegassem ao subsolo da agência.
O fato é que o aluguel de uma casa próxima do alvo e a escavação de um túnel de acesso são ações que coincidem com o assalto de mais de duas décadas atrás ao Banco Central em Fortaleza.
As autoridades uruguaias não entraram em detalhes sobre a identidade dos suspeitos. Entretanto, de acordo com informações do portal UOL, o líder do bando é Jorge Fulco, um uruguaio suspeito de narcotráfico de vínculos com integrantes do PCC.
Já segundo informações da Band, um dos brasileiros envolvidos é Raimundo de Souza Pereira, de 61 anos. Mais conhecido como "Piauí", foi Pereira quem coordenou a escavação do túnel de 80 metros que permitiu o assalto ao Banco Central em Fortaleza em 2005.
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