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O ambiente para commodities ficou mais difícil, mas a Vale ainda preserva pontos considerados fortes pelos analistas

Nem a China mais fraca abalou a confiança dos bancos em relação à Vale (VALE3). Enquanto os dados econômicos chineses pressionam o minério de ferro, analistas do Bradesco BBI e do Itaú BBA seguem vendo espaço para valorização da companhia — e até para dividendos extraordinários em 2026.
A Vale continua sendo a principal aposta do Bradesco BBI para o setor de mineração e siderurgia, mesmo após a queda recente do minério de ferro. A commodity recuou US$ 4 na última semana, para US$ 108 por tonelada, pressionada pelos números mais fracos da economia chinesa em abril.
Depois de um início de ano mais forte, os indicadores da China perderam o ritmo. O investimento em ativos fixos contraiu na comparação anual, as vendas no varejo registraram o pior desempenho desde dezembro de 2022 e a produção industrial desacelerou para o menor crescimento desde agosto de 2023.
Apesar disso, o Bradesco BBI avalia que os fundamentos do mercado seguem favoráveis para o minério de ferro. Segundo o banco, a utilização dos altos-fornos na China permanece próxima de 90%, enquanto a participação de siderúrgicas lucrativas avançou para 64%.
Além disso, os estoques continuam em queda ao longo da cadeia. Nos portos chineses, os estoques de minério de ferro recuaram pela sexta semana consecutiva, atingindo 160,3 milhões de toneladas.
Na visão do Bradesco BBI, o atual ambiente beneficia produtoras de minério de maior qualidade, como a Vale. O banco afirma que a combinação entre usinas operando em ritmo elevado, estoques enxutos e melhora nas margens das siderúrgicas sustenta a demanda por produtos premium.
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Os analistas também destacam que a alta recente dos preços do carvão, do frete marítimo e das margens das siderúrgicas tende a ampliar os prêmios pagos por minério de maior teor, favorecendo empresas com portfólio mais concentrado nesse segmento.
Enquanto isso, o cenário segue mais apertado para as siderúrgicas brasileiras. Embora os preços do aço no mercado doméstico tenham permanecido estáveis, as companhias continuam tentando repassar o aumento dos custos de energia e enfrentam menor disponibilidade de aço importado.
Para o Bradesco BBI, boa parte da recuperação operacional recente dessas empresas já está refletida no preço das ações.
O Itaú BBA saiu otimista das reuniões com executivos da Vale durante a LatAm CEO Conference, realizada em Nova York entre os dias 12 e 14 de maio. Em relatório, o banco avalia que a mineradora deve manter uma forte geração de fluxo de caixa livre e vê alta probabilidade de pagamento de dividendos extraordinários no segundo semestre de 2026.
Segundo os analistas, os preços do minério de ferro estão cada vez mais sustentados por uma inflação estrutural de custos da indústria, estimada em cerca de US$ 10 por tonelada. Ao mesmo tempo, a Vale estaria conseguindo preservar suas margens, com aumento de custos próximo de US$ 3 por tonelada.
O banco também destacou a estratégia da companhia para metais básicos. A Vale segue focada em disciplina de custos no níquel e prevê expansão da produção de cobre em cerca de 350 mil toneladas por ano, em um projeto descrito como totalmente autofinanciado.
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