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A Ford descobriu o que falta em seus modelos elétricos, a ponto de seu próprio CEO optar por um carro da Xiaomi

Uma das dez maiores montadoras do mundo entendeu, na prática, como os carros podem ser melhor construídos em 2025. Foi o caso da Ford, que encontrou algumas respostas ao analisar a estrutura dos elétricos atuais.
Ao desmontar modelos de diferentes fabricantes — inclusive chineses, como os da Xiaomi — a empresa se surpreendeu ao constatar que está atrás, principalmente em custo, eficiência e integração de software.
“Todas as montadoras tradicionais estão muito atrasadas, mas a Ford ainda tinha mais terreno a recuperar. Foi uma jornada muito humilhante em termos de qualidade e custo. Esses são aspectos básicos para uma empresa industrial”, disse o CEO da Ford, Jim Farley, ao podcast Office Hours: Business Edition.
A empresa afirma estar repensando suas estratégias, especialmente diante da pressão da Tesla e das novas montadoras do mercado. Uma das soluções, segundo a Ford, seria escolher a tecnologia adequada para seus veículos elétricos, deixando de seguir a lógica aplicada aos carros a combustão.
O próprio CEO da Ford admitiu utilizar o Xiaomi SU7 no dia a dia. O que estaria por trás dessa escolha?
Após desmontar o Tesla Model 3 e compará-lo ao Mustang Mach-E, da Ford, os engenheiros descobriram algo interessante: o modelo da montadora americana pesava 32 kg a mais e tinha uma montagem muito mais complexa.
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Eles também encontraram 1,6 km adicionais de fiação elétrica, o que ajudaria a explicar essa diferença entre os dois veículos. Por trás disso, está a aplicação da lógica dos modelos a combustão aos carros elétricos — algo que as novas empresas do segmento evitam fazer.
Isso convenceu Jim Farley de que a Ford estava ainda mais atrasada do que imaginava e de que algumas abordagens precisariam mudar — como o próprio sistema industrial da companhia, que passou por transformações nos últimos cinco anos.
O CEO afirmou ainda que a montadora deveria passar a tratar os veículos elétricos como dispositivos digitais, agregando mais serviços ao negócio. A Ford começou a colocar esse pensamento em prática em 2022, ao separar suas operações elétricas em outra divisão, chamada “Model E”.
Farley concluiu afirmando que a decisão foi importante para a companhia, pois expôs aos investidores as perdas financeiras da operação de veículos elétricos. Segundo ele, o prejuízo foi estimado em US$ 5 bilhões anuais.
*Sob supervisão de Renan Dantas.
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