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Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Enquanto boa parte do setor de saúde ainda tenta colocar a casa em ordem — lidando com alavancagem elevada, integrações mal resolvidas e margens pressionadas —, uma velha conhecida volta a se destacar entre os analistas: a Rede D’Or (RDOR3) conquistou o título de favorita do BTG Pactual.
Em meio a um cenário de consolidação e retomada gradual da rentabilidade, o banco manteve a companhia da família Moll como sua principal aposta no setor. A ação RDOR3 segue como “top pick” dos analistas, com recomendação de compra.
Para o banco, a Rede D’Or reúne um conjunto de atributos difícil de replicar no mercado brasileiro de saúde — escala, liderança regional, eficiência operacional e uma estratégia clara de crescimento.
A visão otimista se apoia em pilares como resultados em recuperação, posição dominante em mercados-chave, expansão acelerada na oncologia, disciplina financeira e, agora, um vento macroeconômico mais favorável com o início do ciclo de queda dos juros no Brasil.
Os analistas do BTG Pactual avaliam três grandes vetores para desenhar as teses de ações de saúde em 2026: recuperação da rentabilidade, consolidação de mercado e captura de tendências estruturais. E é justamente nesse cruzamento que a Rede D’Or se destaca.
A empresa construiu uma das maiores redes hospitalares do país, com 76 hospitais e 11.822 leitos espalhados por 14 estados. A companhia também exibe forte dominância regional em mercados estratégicos: no Rio de Janeiro, responde por 24,4% dos leitos privados e, em São Paulo, detém 10,2%.
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Hoje, os três maiores grupos hospitalares do Brasil controlam apenas cerca de 20% dos leitos privados. Para o BTG, isso abre espaço para um novo ciclo de consolidação, no qual players com escala, acesso a capital e capacidade de integração tendem a largar na frente.
Outro motor estrutural vem do envelhecimento populacional, segundo os analistas. O aumento da população idosa é visto como um catalisador de longo prazo para a demanda por serviços hospitalares.
Isso porque pessoas acima dos 60 anos permanecem nos hospitais por mais tempo e consomem serviços médicos mais complexos — o que favorece redes integradas, como a Rede D’Or.
A expansão no segmento de oncologia também ocupa um papel central na tese do BTG para a Rede D’Or. A empresa já é hoje a segunda maior operadora de clínicas ambulatoriais oncológicas do país, atrás apenas da Oncoclínicas (ONCO3).
Na projeção do BTG, o mercado total endereçável de oncologia deve crescer cerca de 10% ao ano, em um ritmo superior à média da indústria de saúde.
Para os analistas, essa é uma frente de crescimento orgânico relevante para a Rede D’Or, com margens atrativas e forte demanda estrutural.
Do ponto de vista operacional, a Rede D’Or também segue à frente dos pares. A empresa apresenta margens superiores às de outros grupos privados, resultado de ganhos de eficiência após um ciclo intenso de expansão.
Na avaliação do BTG, o aumento da lucratividade daqui para frente tende a vir menos de crescimento acelerado e mais da captura dessas eficiências, com players como a Rede D'Or (RDOR3) mantendo margens Ebitda superiores à média do setor.
No balanço, os números reforçam essa tese. A companhia avançou no processo de desalavancagem, reduzindo a relação entre dívida líquida e Ebitda de 2,6 vezes no segundo trimestre para 1,54 vez no balanço mais recente.
Embora a Rede D’Or seja a principal escolha do banco, ela não está sozinha entre as recomendações dos analistas.
Outras quatro empresas do setor receberam selo de compra do BTG Pactual, enquanto seis seguem no radar, mas com postura mais cautelosa.
Veja as recomendações dos analistas:
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos
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