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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) bate novo recorde de lucro e deixa os rivais para trás na corrida da rentabilidade no 4T25

O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço

Camille Lima
Camille Lima
9 de fevereiro de 2026
5:19 - atualizado às 6:40
Escritório do BTG Pactual BPAC11
Escritório do BTG Pactual (BPAC11) - Imagem: Divulgação

O BTG Pactual (BPAC11) cruzou a linha de chegada de 2025 com fôlego de sobra. Em um ano marcado por juros elevados, mercado de capitais seletivo e competição acirrada entre os grandes bancos, o banco decidiu fechar a temporada entregando o melhor resultado de sua história.

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No quarto trimestre de 2025, o banco reportou um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. O número representa uma alta de 40,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e um avanço de 1,1% frente ao trimestre imediatamente anterior.

O resultado veio praticamente em linha com as expectativas do mercado, que projetava um lucro médio de R$ 4,67 bilhões para o período, segundo estimativas compiladas pela Bloomberg.

No acumulado do ano, o BTG encerrou 2025 com um lucro de R$ 16,68 bilhões, um crescimento de 35% frente a 2024.

“Encerramos 2025 com resultados recordes em todas as linhas de negócio e crescimento acelerado das franquias de clientes, refletindo a solidez do nosso modelo de negócios diversificado, a robustez do balanço e a execução disciplinada da estratégia”, afirma o CEO Roberto Sallouti.

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BTG Pactual (BPAC11) mantém liderança na briga por rentabilidade

Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE, na sigla em inglês) chegou a 27,6% no trimestre, em linha com o esperado pelo mercado.

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Embora levemente abaixo do pico registrado no trimestre anterior, o indicador ainda ficou muito acima dos 23% observados no quarto trimestre de 2024. No ano, o ROE médio foi de 26,9%.

O patamar de rentabilidade coloca o BTG à frente dos principais bancos privados do país — incluindo gigantes tradicionais como o Itaú Unibanco (ITUB4), que fechou o trimestre com um ROE de 24,4%.

"O ano de 2025 foi marcado por execução consistente e forte entrega, reforçando a resiliência do nosso modelo de negócios diversificado. Seguimos bem-posicionados para sustentar ROAE acima de 25%, criando valor de longo prazo para nossos stakeholders, e mantendo nosso foco no cliente", afirma o banco.

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Receita cresce com diversificação

Por mais um trimestre, o BTG Pactual reforçou um de seus pilares centrais: crescer em escala de forma consistente, sem depender de uma única alavanca de resultados.

A receita total do BTG no quarto trimestre somou R$ 9,09 bilhões, uma expansão de 35,3% na comparação anual e de 3,2% frente ao trimestre anterior.

Segundo o banco, o desempenho reflete o crescimento contínuo das plataformas de clientes, que permitiu sustentar um ritmo forte de expansão mesmo em um cenário macro mais restritivo.

O faturamento da área de Corporate Lending & Business Banking chegou ao recorde de R$ 2,23 bilhões, alta de 22% na base anual. O avanço foi impulsionado pelo crescimento das receitas recorrentes, melhora nos spreads e uma gestão de risco que seguiu disciplinada.

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Na tesouraria, a área de Sales & Trading também bateu máxima histórica, com receitas de R$ 2,01 bilhões, um crescimento de 30% em relação ao quarto trimestre de 2024. O banco atribui o desempenho ao aumento da atividade de clientes e à alocação eficiente de capital.

Já o Investment Banking manteve o ritmo positivo, com receitas de R$ 692,4 milhões, alta de 36% na base anual, sustentadas principalmente pelo bom desempenho no mercado de dívidas (DCM), operações de fusões e aquisições (M&A) e resultados positivos também no mercado de ações (ECM).

A carteira de crédito do BTG Pactual

No crédito, o BTG seguiu expandindo o portfólio sem abrir mão da diversificação. A carteira de Corporate Lending, focada em grandes empresas, encerrou o trimestre em R$ 230,1 bilhões, com crescimento de 5,6% frente ao trimestre anterior e de 17,6% no acumulado do ano.

No segmento de pequenas e médias empresas, a expansão foi ainda mais acelerada. O portfólio de PMEs avançou 11% no trimestre e 23,6% em 12 meses, alcançando R$ 32,1 bilhões, puxado por linhas de crédito garantidas.

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Segundo o BTG, o portfólio de crédito foi sustentado pelo "mix diversificado de produtos, diferentes segmentos de clientes e geografias, além da redução contínua do custo de funding".

Franquias de clientes ganham peso no 4T25

Outro pilar do crescimento do BTG continua sendo a expansão das franquias de clientes. No quarto trimestre, o total de ativos sob administração e gestão (AuM/WuM) alcançou R$ 2,5 trilhões.

A área de gestão de fortunas (Wealth Management & Personal Banking) registrou uma receita de R$ 1,37 bilhão, com R$ 1,23 trilhão em ativos sob gestão (WuM) no período.

Já a plataforma de gestão de recursos (Asset Management) do BTG respondeu por R$ 860 milhões em faturamento, com R$ 1,25 trilhão em ativos sob gestão (AuM).

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Custos sobem no 4T25

Do lado das despesas, o BTG reportou um aumento de 26% em relação ao quarto trimestre de 2024, totalizando R$ 3,6 bilhões.

A alta reflete principalmente o pagamento de bônus mais elevados aos funcionários — que somaram R$ 1,06 bilhão no trimestre —, em linha com o desempenho operacional recorde ao longo do ano.

Além disso, o banco destacou os impactos da consolidação das aquisições realizadas ao longo de 2025, que também pressionaram temporariamente a estrutura de custos.

O Seu Dinheiro pertence ao mesmo grupo empresarial do BTG. 

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