O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Poucos meses depois de entrar em recuperação judicial nos Estados Unidos, processo conhecido como Chapter 11, a Azul (AZUL53) conseguiu sair dos aparelhos da UTI. Agora, a companhia aérea passa por revisões do mercado do mercado e teve a nota de crédito elevada pela S&P Global, de “D” para “B-”.
Com o aumento de rating da agência de crédito, a empresa segue em grau especulativo, mas tem perspectiva estável. A nota “B-” está a três graus de distância do patamar recomendado para investimento.
A melhora na percepção da Azul se deu devido aos efeitos da reestruturação financeira da companhia aérea, como:
No total, a empresa do setor de aviação afirma ter reduzido aproximadamente US$ 2,5 bilhões em dívidas.
No relatório publicado na noite de quarta-feira (25), a S&P afirmou que "a perspectiva estável reflete a expectativa de continuação de uma sólida performance operacional e uma estrutura de capital mais leve, com alavancagem controlada".
Desde a conclusão da recuperação judicial nos EUA, divulgada no dia 20 de fevereiro, a ação AZUL53 valorizou 32% e é cotada a R$ 215 por volta de 10h20 desta quinta (26).
Leia Também
A agência de crédito S&P não foi a única a elevar a percepção sobre a companhia aérea após a reestruturação financeira.
Nesta semana, os analistas do Bradesco BBI também já haviam publicado um relatório com uma perspectiva melhor sobre a Azul.
Para o banco, a companhia aérea agora deve iniciar um novo ciclo operacional e elevou a recomendação de venda para neutra.
Assim como o caso da S&P, a revisão não indica a compra dos papéis, mas “reflete a melhora estrutural no perfil financeiro da aérea depois do encerramento do processo de recuperação judicial”, como explicado pelo BBI.
O novo preço-alvo das ações da Azul, segundo os analistas, é de R$ 273. Em relação à cotação atual, o potencial de alta do papel é de cerca de 26%.
*Com informações do Money Times.
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras