O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
O Bradesco BBI mudou a visão sobre a Azul (AZUL53) e elevou a recomendação das ações de venda para neutra. A alteração ocorreu após a companhia concluir sua reestruturação financeira e iniciar o que os analistas classificam como um novo ciclo operacional.
O novo preço-alvo para os papéis, negociados em pacotes sob o ticker AZUL53, foi fixado em R$ 273 — potencial de valorização de cerca de 16% em relação ao fechamento de segunda-feira (23).
Segundo o banco, a revisão reflete a melhora estrutural no perfil financeiro da aérea depois do encerramento do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, conduzido sob o Chapter 11 entre maio de 2025 e fevereiro deste ano.
Com a saída do processo, a Azul reduziu aproximadamente US$ 1,1 bilhão em dívidas de empréstimos e financiamentos, cortou em cerca de 40% o endividamento ligado a arrendamentos de aeronaves e diminuiu em mais de 50% os pagamentos anuais de juros na comparação com o período anterior à reestruturação.
A companhia também estima uma redução de cerca de um terço nas despesas recorrentes com leasing.
O plano foi viabilizado por uma captação de aproximadamente US$ 1,375 bilhão em Senior Notes, além de US$ 950 milhões em novos aportes de capital, reforçando a liquidez e abrindo espaço para a reorganização do balanço.
Leia Também
Para definir o novo preço-alvo, o Bradesco BBI usou como base a relação entre o valor total da empresa e sua geração de caixa operacional (EV/Ebitda), projetando que a ação seja negociada a cerca de 4,3 vezes esse indicador em 2027.
A conta considera ainda a expectativa de que o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) — uma medida usada pelo mercado para avaliar o desempenho operacional das empresas — cresça, em média, cerca de 6% ao ano entre 2027 e 2029.
Apesar do avanço na desalavancagem, os analistas mantêm cautela. “Ainda vemos um cenário de execução desafiador no médio prazo”, afirmam.
No mercado, porém, o movimento do dia foi negativo. As ações da companhia operavam em queda nesta terça-feira (24). Por volta das 14h10 (horário de Brasília), AZUL53 recuava 10,39% no Ibovespa, negociada a R$ 210,59.
Após deixar o Chapter 11, a prioridade da Azul passa a ser reduzir alavancagem e fortalecer a geração de caixa. A estratégia foi reforçada pelo CEO da companhia, John Rodgerson, em conversa com jornalistas na segunda-feira (23).
Segundo o executivo, o processo foi concluído em menos de nove meses porque a companhia aérea já entrou na recuperação com um plano bem definido e sem disputas relevantes com credores.
“Não tivemos disputa porque todo mundo estava olhando para frente. Não tentamos proteger o acionista, nada assim. Fizemos tudo para proteger a Azul, que sempre foi uma empresa muito boa, mas nosso balanço ficou virado por aspectos fora do nosso controle”, afirmou.
Rodgerson relembrou que os últimos anos foram particularmente desafiadores para o setor aéreo, citando impactos da pandemia de covid-19, juros elevados, valorização do dólar e eventos climáticos extremos, como as enchentes no Rio Grande do Sul.
Diferentemente do que ocorreu com a Gol Linhas Aéreas após seu próprio processo de reestruturação, o CEO afirmou que uma eventual saída da bolsa não está no radar da Azul neste momento, mesmo após a forte diluição acionária provocada pela recuperação judicial.
*Com informações do Money Times
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos