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A locadora de veículos pesados do grupo Simpar anunciou Christian Hahn da Silva como sucessor de Gustavo Couto, após concluir um aumento de capital com subscrição integral das ações

A Vamos (VAMO3), subsidiária do Grupo Simpar (SIMH3), anunciou terá um novo motorista à frente do volante: Christian Hahn da Silva, que substitui Gustavo Henrique Braga Couto após sete anos como CEO da companhia de locação de veículos pesados.
Segundo a Vamos, Silva possui profundo conhecimento das operações e dos negócios e está no grupo desde 2018, quando se juntou como Diretor Geral da Transrio Caminhões, Máquinas e Motores.
Em 2019, assumiu a diretoria da divisão de concessionárias de caminhões da Vamos e, desde setembro de 2024, ocupava a diretoria executiva da divisão de concessionárias de veículos pesados, máquinas e agro na Automob.
Ele assume com o objetivo de acelerar a captura de eficiência das bases operacionais construídas nos últimos anos, promovendo evolução na geração de caixa, rentabilidade e retorno sobre o capital investido, com disciplina na alocação de capital e foco contínuo na geração de valor para clientes e acionistas.
O novo CEO é graduado em ciência política pela Universidade do Estado de Minas Gerais, tem MBA em gestão de negócios pela Universidade Estadual de Montes Claros, em finanças e controladoria pela Faculdade Ciência Econômicas de Salvador e concluiu o programa de desenvolvimento em gestão de concessionário da Fundação Dom Cabral.
Há alguns dias, a companhia demonstrou o apetite do mercado ao concluir com sucesso um aumento de capital de R$ 600 milhões.
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O movimento não foi apenas uma manobra contábil, mas uma demonstração de força: a operação atingiu 100% da subscrição máxima prevista. Ao todo, foram emitidas 155.844.156 novas ações ordinárias ao preço de R$ 3,85 cada.
Para os entusiastas da engenharia financeira, um detalhe técnico: do valor de emissão por unidade, R$ 1,00 foi destinado diretamente à conta de capital social da Vamos, enquanto os R$ 2,85 restantes foram para a conta de reserva de capital.
A administração da Vamos não escondeu o entusiasmo. Segundo o grupo, a adesão integral — que contou com o peso da BNDESPar — demonstra a confiança do mercado no modelo de negócios e no planejamento estratégico do grupo Simpar.
Mesmo com o reforço no caixa, a companhia ainda sente o peso do elevado endividamento — fator que pressionou o lucro líquido do primeiro trimestre de 2026. A Vamos encerrou o período com lucro de R$ 86,6 milhões, queda de quase 20% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.
Segundo a empresa, a alavancagem de 3,15 vezes registrada no trimestre continuou impactando os resultados financeiros da companhia.
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