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Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
A guerra no Oriente Médio ainda não acabou, mas o mercado já começa a negociar seu fim. E foi exatamente essa virada de humor que levou o BTG Pactual a mexer na carteira de ações para abril, trocando a Prio (PRIO3) pela Petrobras (PETR4) e trazendo de volta a Embraer (EMBR3).
Na visão do banco, a Petrobras oferece uma relação risco-retorno mais interessante neste momento, especialmente diante da possibilidade de queda nos preços do petróleo caso o conflito no Irã seja encerrado.
Segundo os analistas, mesmo em um cenário conservador — com o Brent saindo dos atuais US$ 100 para US$ 80 por barril e sem reajustes nos preços de combustíveis — a estatal ainda conseguiria entregar cerca de 9% de rendimento de fluxo de caixa livre e 8% de dividend yield (retorno de dividendos) em 2026.
“O papel combina um portfólio de pré-sal de baixo custo e alta produtividade com um valuation atrativo e boa visibilidade de geração de caixa”, diz o relatório.
Além disso, o banco vê a Petrobras como uma forma de capturar não só o ciclo de commodities, mas também o cenário político doméstico, já que a empresa tende a reagir às expectativas em torno das eleições presidenciais.
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Outro ponto relevante: caso haja reajuste nos preços de combustíveis, o potencial de alta para os papéis aumenta — um gatilho que, na leitura do BTG, pode ser bem recebido pelo mercado.
O pano de fundo para essa mudança passa diretamente pelo noticiário internacional.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira (31) que o conflito no Oriente Médio pode chegar ao fim em um prazo de duas a três semanas, caso as negociações avancem para um acordo.
Na mesma linha, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o país já alcança seus objetivos militares mais rápido do que o esperado e que “a linha de chegada já está à vista”.
Do lado iraniano, o presidente Masoud Pezeshkian indicou que Teerã está disposta a encerrar o conflito, desde que receba garantias de segurança, segundo informações divulgadas pela mídia estatal.
Com a perspectiva de desescalada, a commodity, que chegou a disparar mais de 60% em março, entrou em correção e voltou a rondar os US$ 100 por barril nesta quarta-feira (1). O movimento pressionou ações ligadas ao setor, incluindo a Petrobras e outras petroleiras listadas na bolsa.
Além da Petrobras, o BTG também trouxe de volta a Embraer à carteira de abril, no lugar da Aura Minerals (AURA33).
A avaliação é de que os papéis estão descontados — negociando a cerca de 9 vezes o lucro estimado para 2026, com um diferencial relevante frente a empresas globais comparáveis.
Outra novidade foi a entrada da Cury (CURY3), substituindo a StoneCo. O banco aposta no crescimento do segmento de habitação popular, com expectativa de alta de cerca de 35% no lucro por ação em 2026.
Já a participação da Allos (ALOS3) foi reduzida pela metade, de 10% para 5%.
Apesar dos ajustes, o BTG manteve a espinha dorsal da estratégia: uma combinação de empresas previsíveis, boas pagadoras de dividendos e sensíveis à queda de juros.
O banco destaca que, mesmo com o ambiente global turbulento, o mercado brasileiro mostrou resiliência em março. Investidores estrangeiros aportaram cerca de R$ 9 bilhões no mês, elevando o fluxo positivo no ano para R$ 51 bilhões.
Com isso, os analistas veem um cenário em que os preços ainda atrativos das ações se combinam com revisões positivas de lucros — criando uma janela de oportunidade para o investidor.
A carteira Brazil 10SIM do BTG segue concentrada em dez ações, com destaque para o aumento de exposição ao setor de petróleo:
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
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